sexta-feira, 30 de setembro de 2011

the golden lily

Maio de 2012

love is forgiveness.

"You know the incredible thing about hearts is their unbelievable capacity for forgiveness. You'd be amazed what people will overlook when they love someone."

Sherrilyn Kenyon, "Devil May Cry"

live since 2009 - ...

  • Lamb - 16 Jul. 2009 √
  • Kaiser Chiefs - 16 Jul. 2009 √
  • Guano Apes - 17 Jul. 2009 √
  • Scorpions - 17 Jul.2009 √
  • Secondhand Serenade - 17Jul.2009√
  • Keane - 18 Jul. 2009 √
  • Colbie Caillat - 18 Jul. 2009 √
  • Jason Mraz - 18 Jul. 2009 √
  • Tokio Hotel - 7 Abr. 2010√
  • Mika - 11 Mai. 2010√
  • Jim Dungo - 12 Mai. 2010 √
  • Slash Ft.Myles Kennedy-22Jun.2010√
  • Pearl Band - 27 Jun. 2010 √
  • God Save the Queen - 27Jun.2010 √
  • Placebo - 16 Jul. 2010 √
  • David Fonseca - 16 Jul. 2010 √
  • A Silent Film - 16 Jul. 2010 √
  • More Than A Thousand - 16 Dez. 2010 √
  • 30 Seconds to Mars - 16 Dez. 2010 √
  • Expensive Soul - 15 Jul. 2011 √
  • Skunk Anansie - 15 Jul.2011 √
  • Aurea - 16 Jul. 2011 √
  • Tindersticks - 16 Jul. 2011 √
  • Cranberries - 16 Jul. 2011 √
  • Mika - 16 Jul. 2011 √
  • X-Wife - 30 Jul. 2011√
  • Joss Stone - 30 Jul. 2011√
  • Bon Jovi - 31 Jul. 2011√
  • We the Kings - 11. Mar. 2012√
  • Simple Plan - 11 Mar.2012√
  • We the Kings - 1 Mai. 2012 (Londres)√
  • Simple Plan - 1 Maio. 2012 (Londres)√
  • Maroon 5 - 1 Jun. 2012√
  • Lenny Kravitz - 1 Jun. 2012√
  • Ivete Sangalo - 1 Jun. 2012√
  • Expensive Soul - 1 Jun. 2012√
  • Everlyn - 24 Jun. 2012 (Santiago de Compostela)√
  • Simple Plan - 24 Jun. 2012 (Santiago de Compostela)√

any other world ...

  • Albufeira - 20 a 25 Jul. 09√
  • Nave - 31 Jul. a 2 Ago. 09√
  • Paris - 21 a 26 de Set. 09√
  • Setúbal - 2 a 5 de Out. 09 √
  • Lisboa - 1 a 8 de Abr. 10√
  • Lisboa - 15 a 18 de Abr. 10√
  • Lisboa - 10 a 13 de Mai. 10√
  • Dublin - 21 a 28 Set. 10√
  • Edimburgo - 25 a 27 Set. 10√
  • Lisboa - 15 a 17 Dez. 10√
  • Guimarães - 13 a 16 Jan. 11√
  • Paris - 5 a 9 Fev. 11√
  • Lisboa - 30 Jul. a 1 Ago. 11√
  • Londres - 23 a 27 Set. 11√
  • Lisboa - 10 a 12 Mai. 12√
  • Londres - 30 Mai. a 4 Jun. 12√
  • Lisboa - 1 a 2 Jun. 12√
  • Santiago de Compostela - 24 a 25 Jun. 12√

book #84 - na sombra do sonho

Tenho uma coisa a dizer sobre estes livro; FINALMENTE!
Sim, finalmente. Por norma os livros sobre as minhas personagens preferidas costumam ser sempre uma desilusão, mas este não, muito pelo contrário. Adorei.
Adoro o Vishous, mas não esperava grande coisa sobre o livro, não queria apanhar outra desilusão como aconteceu com o Vane (da saga Predadores da Noite). Mas ... gosh, por onde começar?
Curiosamente, gostei bastante da Jane, apesar de estar curiosa sobre o que lhe vai acontecer daqui para a frente, se ela vai permanecer no estado em que está.
Claro que já sabia algumas coisas, os maiores spoilers relacionados com o livro já eu os sabia, por causa do livro-guia da Irmandade e também por causa de sinopses dos próximos livros, mas mesmo esses spoilers vieram com algumas surpresas.
E depois, neste livro, Ward cruza a história do Phury e do John ... ela desenvolveu tanto as histórias deles que pergunto-me o que terá ela escrito no livro referente a cada uma das personagens.
E depois temos A grande cena ... juro que me ri muito durante uma boa meia hora á custa de uma cena entre o Z e o John. O Z é instrutor do John e liga-se bastante ao rapaz, por isso, dá-lhe uma enorme sermão e juro que quando li o diálogo, na minha mente o Z parecia um instrutor da tropa a dar-lhe um enorme sermão sobre segurança e sexo ... hilariante.
E depois temos as novas personagens. Adorei o Qhuinn e o Blay. Eles já tinham aparecido noutros livros, mas têm maior relevância neste e estou bastante curiosa por saber se ela irá escrever sobre eles ou se passarão apenas a ser personagens secundárias.
Anyway ... eu quero mais, muito mais ...


Sinopse;
Em Caldwell, Nova Iorque, a guerra entre vampiros e os seus assassinos agrava-se com o surgimento de um grupo secreto de irmãos – seis vampiros guerreiros, acérrimos defensores da sua raça. Contudo, o gélido coração deste temível e astuto predador aquecerá mesmo contra os seus desejos…


Impiedoso e brilhante, Vishous, filho de Bloodletter, carrega uma temível maldição consigo, a assustadora habilidade de prever o futuro. Foram inúmeras as tormentas e abusos por que passou enquanto crescia no campo de batalha do seu pai e, como qualquer outro membro da Irmandade, não tem interesse no amor ou em emoções, apenas na luta contra a Sociedade Lessening. Contudo, uma imprevista injúria mortal torna-o responsável por uma cirurgiã, Jane Whitcomb, levando-o a revelar a sua dor mais profunda e a sentir o verdadeiro prazer pela primeira vez – até que o destino, que ele não escolheu, o leva a um futuro avassalador que não a inclui mais.

book #83 - invincible

Não tenho grande coisa a dizer sobre este livro, o que é de admirar num livro da senhora Kenyon, mas posso dizer que finalmente encontrei um defeito na escrita dela.
Todo o livro decorre com o treinamento do Nick e dos seus poderes, ou seja, nada demais se passa, a não ser no final. Num espaço de poucas páginas, as últimas, toda a acção é descrita apressadamente, o que deixa o leitor a pensar "o que raio acabou de acontecer e porquê só agora?". Isto pode ser constatado não apenas neste livro mas também noutros. A acção é praticamente toda deixada para o fim, mas de alguma maneira Sherrilyn Kenyon consegue prender a atenção do leitor, nem sei bem como.
E basicamente é isso o segundo livro das crónicas do Nick. Treino, treino, confronto no final do livro, fim.
Há que esperar para ver mais desenvolvimentos.


Sinopse;
Just when he thought things couldn't get any worse... Nick Gautier's day just keeps getting better and better. Yeah, he survived the zombie attacks, only to wake up and find himself enslaved to a world of shapeshifters and demons out to claim his soul. His new principal thinks he's even more of a hoodlum than the last one, his coach is trying to recruit him to things he can't even mention and the girl he's not seeing, but is, has secrets that terrify him. But more than that, he's being groomed by the darkest of powers and if he doesn't learn how to raise the dead by the end of the week, he will become one of them...

book #82 - a luz do fogo

Bem, não há grande coisa a dizer sobre este livro. Básicamente é a apresentação do mundo draki e das personagens da saga, logo, é bastante dificil julgar já a história em si, apesar de ter lido algures que o livro é comparado á saga Twilight, mas com dragões, o que não deixa de ser verdade, mas pode-se dizer que é muito bem escrita e que não existe nenhum vampiro que brilha como uma bola de espelhos ao sol.
É uma leitura simples e rápida, mas que não deixa de ser uma boa escrita. É tudo descrito ao pormenor, sem no entanto se tornar enfadonho.
Também é de realçar que ganha pontos pela originalidade da escolha de uma criatura mítica e não dos habituais seres sobrenaturais que abundam na literatura de hoje em dia.
Espera-se pelo segundo volume.


Sinopse;
Marcada como especial numa idade precoce, Jacinda sabe que cada movimento seu é controlado, mas anseia pela liberdade de poder fazer as suas próprias escolhas. Quando quebra o princípio mais sagrado entre a sua espécie, quase chega a pagar por isso com a própria vida. Até ser salva por um belo desconhecido. Um desconhecido que foi enviado para caçar aqueles que são como ela. Jacinda é uma draki - descendente de dragões cuja maior defesa é a habilidade secreta de mudar para a forma humana.
Forçada a fugir para o mundo mortal com a sua família, Jacinda esforça-se por se adaptar ao seu novo ambiente. A sua única luz é Will. Um jovem lindo e evasivo que devolve a vida ao seu draki interior. Embora se sinta irresistivelmente atraída por ele, Jacinda sabe o segredo obscuro de Will: ele e a sua família são caçadores. Deve, por isso, evitá-lo a todo custo.
Mas o seu draki interior está a morrer lentamente - se ele morrer, ela será humana para sempre. Fará tudo para impedir que isso aconteça. Mesmo que isso signifique ficar mais perto do seu mais perigoso inimigo.
Poderes míticos e um romance de tirar o fôlego inflamam a história de uma rapariga que desafia todas as expectativas e cujo amor atravessa quaisquer obstáculos.

book #81 - huge

Primeiro que tudo tenho que dizer que preferia a série mil vezes, apesar de normalmente ser o contrário.
Quem viu a série pode esquecer, porque o livro não tem nada a ver com ela, tirando o facto de a personagem principal ser a Wil, não querer perder peso e o cenário é um "Fat Camp". De resto, esqueçam. Não há mais nada em comum.
Básicamente o livro centra-se em duas personagens; Wil e April, o que acaba por tornar o livro um pouco monótono, comparado com a série que se foca em várias personagens e se torna muito mais interessante.
Gostei e não gostei do livro. Porquê? Por causa do final. Resumidamente a April quer emagrecer para se tornar na tipica menina americana bonita e popular e tem essa atitude no inicio e no final do livro. Durante o desenvolvimento do livro ela torna-se bastante amiga da Wil e desperta a atenção do colega de equipa, Dave.
No fim, ela torna-se magrinha e as meninas populares do Camp lá acabam por a convidar para conviver com elas, no último dia em que eles estão no campo.
Ou seja, ela deixa a Wil e o Dave de lado por aquelas que durante todo o verão a ignoram.
Chegamos ao fim e ambos a perdoam, o que faz com que eu tenha odiado o final do livro. Porque, segundo a April, se a Wil lhe tivesse dito que a surpresa (antes da April ir ao baile e se juntar ás populares, a Wil pede-lhe para no fim ir ter com ela, que tem uma surpresa para ela) que ela tinha eram os chocolates preferidos da April, ela teria ido ter com ela, em vez de ficar no baile com as populares. É uma desculpa "á lá interesseira", o que deixou bastante revoltada, porque a Wil desculpa-a mesmo depois de ela lhe ter dito isso.
Anyway, é um bom livro, apesar de a série ser muito mais interessante e inspiradora.


Sinopse;
April and Wil couldn't be more different, but both of them are spending the summer at Wellness Canyon -- otherwise known as a weight-loss camp. April knows that if she could just drop a little weight, she would be popular like she's always wanted. She's saved up for months to afford Wellness Canyon, which is more like a posh spa than a sleepaway camp. While April can't wait to jump into all the activities, Wil can't wait to get out of there. Her parents own a chain of high-profile fitness centers, and she's pretty sure her mom and dad sent her to Wellness Canyon to slim down before any embarrassing stories about their obese daughter hit the gossip pages. To get revenge on her parents, Wil decides she's going to gain weight at Wellness Canyon. It's bad enough that they have to share a room, but things really get ugly when April and Wil both fall for Colin, the sarcastic camp hottie. Are April and Wil destined to be frenemies all summer, or can they overcome their sizeable differences? Filled with everything great about summer camp (and none of the calories), this is a funny, emotional novel about learning to accept yourself - no matter what your size.

book #80 - insaciável

Adoro os livros da senhora Cabot, isso não é novidade nenhuma, mas este ficou muitooo aquém das espectativas.
Claro que é notório o sentido de humor tipico da escrita dela, mas mesmo assim o livro não cativa uma pessoa, é demasiado extenso, ela divaga imenso, o que acaba por tornar o livro enfadonho.
É pena, porque queria mesmo muito dizer que tinha adorado o livro, tratando-se da minha autora preferida, mas de todos os livros que já li dela, este é de longe aquele que menos gostei.
Claro que existem pontos positivos, mas são ofuscados pelos negativos. Acho realmente que a Meg Cabot é uma excelente escritora, mas deveria manter-se pelos romances juvenis, porque este romance, sendo algo mais adulto, deixou muito a desejar.


Sinopse;
Está farto de ouvir falar em vampiros? Meena Harper também. Mas os seus patrões obrigam-na a escrever sobre eles na mesma, apesar de Meena não acreditar na sua existência.
Não é que Meena seja alheia ao sobrenatural. O que se passa é que ela sabe como vamos morrer. (Claro que não acreditamos nela. Nunca ninguém acredita.) Nem o dom da premonição de Meena pode contudo prepará-la para o que sucede quando ela conhece Lucien Antonescu (e depois comete o erro de se apaixonar por ele), um príncipe dos dias de hoje com um lado negro. Trata-se de um lado negro pelo qual muitas pessoas, como por exemplo uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, preferiam vê-lo morto.
O problema é que Lucien já está morto. Talvez seja por isso que é o primeiro tipo que Meena conhece com quem se imagina a ter um futuro. É que, apesar de Meena ser capaz de ver o futuro das outras pessoas, nunca conseguiu ver o próprio.
E apesar de Lucien parecer ser tudo o que Meena sonhou encontrar num namorado, poderá acabar por ser um pesadelo. Esta poderá ser uma boa altura para Meena começar a prever o seu próprio futuro…
Se é que o tem.

book #79 - cobiça

Definitivamente a saga da Irmandade da Adaga Negra é bem melhor que a saga dos Anjos Caídos. Não me perguntem porquê, mas á medida que ia lendo ia também procurando uma ou outra coisa para implicar com o livro, apesar de o ter práticamente devorado sempre que podia.
Encontrei mais pontos negativos do que positivos, mas tal não torna Cobiça num mau livro, o que me admirou bastante.
Ponto número um; ao longo destes três anos de faculdade sempre me foi ensinado que deveriamos escrever sobre aquilo que conhecemos, mas a senhora Ward levou isso uma pouco a sério demais. Mais uma vez, uma saga dela tem como pano de fundo a cidade de Caldwell. Variedade é boa e a gente agradece. Mais, ao criar mais uma saga em Caldwell a sensação que uma pessoa tem é que a autora quer que essa cidade seja considerada como o centro paranormal, mesmo a maioria das pessoas nunca tendo ouvido falar de tal cidade até ao momento que leu um livro da J. R. Ward.
Depois passamos para o suspence ... ou melhor, a falta dele. É mais do que óbvio quem está atrás da Marie-Terese, é mais do que óbvio quem é a Devina, é mais do que óbvio que o Cão, Adrian e Eddie não são deste mundo, é tudo tão óbvio que uma pessoa pousa o livro completamente enfastiada e só pensa "eu amanha continuo". A única surpresa foi mesmo o tiro que o Jim apanhou, porque de resto o livro é bastante previsível.
As explicações dadas no desenrolar da história são completamente escassas, apesar de ser um livro de 520 paginas. Continuo sem saber porquê o Saul estava obcecado com a Marie-Terese, porquê o Adrian "empurrou" o Jim para a Devina, and so on, so on ...
Por fim, para não estar a alongar-me em demasiada na parte negativa do livro, temos a completa falta do erotismo a que a senhora Ward já habituo os seus leitores. Cenas de sexo cortadas ao meio e quando se dá ao trabalho de as descrever, falta aquele verdadeiro toque Ward, que já nos habituou em Irmandade.
O livro é demasiado extenso, quando existem ali cenas que poderiam facilmente serem cortadas ou então reduzidas.
Não se enganem, eu não desgostei completamente do livro, mas já li livros bem melhor da autora.


Sinopse;
Redenção não é uma palavra que Jim Heron conheça muito bem. A sua especialidade é a vingança e, para ele, o pecado é relativo. Mas tudo muda quando se torna um anjo caído e é incumbido da tarefa de salvar sete pessoas dos sete pecados mortais... e o fracasso não é permitido.
Há muito que Vin diPietro se entregou ao trabalho... até que o destino intervém na forma de um autoproclamado salvador de aspecto duro e de uma mulher que o fará questionar o seu destino. Vin tem de unir forças a um anjo caído não só para conquistar a sua amada... mas também para salvar a sua alma.

book #78 - claridade

Que dizer sobre um livro tão simples? É um livro um pouquinho sem sal, há que o admitir.
São umas simples 140 páginas e a história em si é passada tão rápida que o leitor nem tem hipóteses de se interessar por ela. Nessas 140 paginas temos a vida quotidiana da Riley no "Aqui" (local para onde se vai depois da morte), o primeiro dia de escola em "Aqui", a revisão da sua vida, a revelação da sua nova função, a viagem a um castelo assombrado, o encontro com uns wannabe ghostbuster, converter almas penadas, uma lição de voo, uma visita a Londres ... blá blá blá. Resumindo, tudo para se criar um livro decente, uma história que dava para ser desenvolvida em mais do que 140 páginas.
Tal como disse, devido á sua simplicidade e á rapidez com que a história é contada, acaba por ser um livro um pouco "sem sal".


Sinopse;
Riley Bloom deixou a irmã, Ever, no mundo dos vivos e atravessou a ponte que conduz à vida depois da morte - um local chamado Aqui, onde o tempo é sempre Agora. Acompanhada pelo seu cão, Botão de Ouro, Riley juntou-se aos seus pais e está prestes a instalar-se numa morte agradável e descontraída quando a chamam para comparecer perante o Conselho. Aí, revelam-lhe um segredo - a vida depois da morte não é só uma eternidade de boa vida e Riley tem de trabalhar. Confiam-lhe, nessa altura, uma tarefa, a de ser uma Apanhadora de Almas, e um professor, Bodhi, um rapaz estranho que ela não consegue compreender bem.

book #77 - o despertar da meia noite

Continuo a dizer; esta saga é a mesma coisa que a saga da Irmandade da Adaga Negra. As personagens são bastante semelhantes, as suas histórias também têm semelhanças ... enfim.
Apesar desse pequeno "defeito", gostei do livro, bem como até agora tenho gostado da saga.
Não há grande coisa a dizer sobre ele, apenas que notei que é um livro bem mais "adulto" que os anteriores e não me perguntem porquê, apenas fui ficando com essa sensação á medida que ia avançando na leitura. Talvez pelo facto de a personagem feminina ser uma viuva e mãe de um vampiro adulto (que morreu no livro anterior), não sei ... apenas sei que foi essa a sensação com que fiquei.
Quanto á história ... bem, este deve de ser o livro em que acontece o chamado "fim do mundo em cuecas" desta saga. Os planos do Marek são revelados, aparece uma nova ameaça, um vilão é derrotado e outro aparece ... tudo e mais alguma coisa.
Venha o próximo livro, para ver o que se vai passar na história do Rio.


Sinopse;
Com uma adaga na mão e a vingança na mente, a bela Elise Chase percorre as ruas de Boston em busca de vingança contra os Renegados que lhe arrebataram tudo o que amava. Fazendo uso de um extraordinário dom psíquico, ela localiza as presas, consciente de que o poder que possui pode destruí-la. Tem de aprender a dominar o seu dom, e para isso pode apenas pedir ajuda a um homem: Tegan, o mais letal dos guerreiros da Raça. Tegan, que não é alheio à perda, conhece a dor de Elise. Sabe o que é a fúria, mas quando mata os inimigos só há gelo nas suas veias. É perfeito no seu autodomínio até que Elise lhe pede ajuda para a sua guerra pessoal. Forja-se entre eles uma aliança – um vínculo que os unirá pelo sangue – e os mergulhará numa tempestade de perigo, de desejo e das mais sombrias paixões do coração.

book #76 - pecados na noite

Okay, eu já tinha lido este livro (em inglês), por isso, não vou acrescentar nada de novo á minha opinião, uma vez que já tinha lido o livro em inglês.
Vou apenas referir-me á edição portuguesa, que tem para lá erros até dizerem chega, mas o pior de tudo é a troca do nome das personagens.
Encontrar um erro ortográfico num livro é mau, mas errarem no nome das personagens é completamente patético. Sim, há nomes semelhantes, mas isso não serve de desculpa. Já para não falar quando trocaram o nome Alexion por Acheron. Eu sei que nessa parte o Alexion estava a falar do Acheron, nas daí a trocarem os nomes ...
Enfim ... anda uma pessoa três anos a tirar um curso para depois cometer erros destes? O meu conselho é voltarem para a escola, a ver se aprendem alguma coisa.


Sinopse;
No universo dos Predadores da Noite existe um código de honra que até os imortais mas ousados devem seguir: Não magoar. Não beber sangue. Nunca se apaixonar.
Mas, de vez em quando, um Predador parece achar-se acima do código. É nessa altura que sou chamado. Quem sou eu? Sou a fúria que terá de enfrentar. Nada me pode tocar. Nada me pode deter. Sou implacável e insensível. Ou assim pensava eu, até me cruzar com uma Predadora da Noite conhecida como Danger – e não o é apenas no nome, mas na forma como vive a vida. Não confia em mim. E quem sou eu para censurá-la? Apenas ela sabe que estou aqui para julgar, sentenciar e, muito provavelmente, executar os seus amigos.
Danger St. Richard é uma distracção fatal. Algo nela conseguiu despertar um coração que eu julgava morto para sempre. Nesta corrida contra o mal, a única esperança da Humanidade é que eu cumpra o meu dever. Mas como poderei fazê-lo se isso significa sacrificar a única mulher que alguma vez amei?

book #75 - o guerreiro highlander

Fiquei dividida, para ser sincera. Ao inicio estava a adorar o livro, mas á medida que ia avançando na leitura isso foi-se desvanecendo pelo simples facto de a personagem principal feminina começar a seguir por um caminho que não me agradou nada.
Okay, ela casou-se com o inimigo, mas ambos, supostamente, estão apaixonados um pelo outro, mas depois ela tenta manipula-lo usando o seu corpo. Not cool.
Confesso que ao inicio tinha imensa piada ver eles ao despique e a espezinharem-se um ao outro. Confesso até que as dúvidas dela até eram aceitáveis ao inicio, mas chega a um certo ponto que uma pessoa fica farta de ler tanta indecisão.
Como sempre, sou um pouco suspeita por gostar de um livro sobre algo passado na Escócia, mais própriamente nas Highlands, mas prontos. Para mim torna-se bastante fácil imaginar os cenários e castelos, porque eu estive lá e adorei.
E depois temos mais um ponto negativo do livro, as explicações. Ao longo do livro vamos encontrando referências ao vestuário e expressões própriamente escocesas. O problema é que não há uma única nota do tradutor a explicar do que se trata. Em termos do vestuário era fácil para mim, porque estou familiarizada com isso, mas e quem não está? E quanto ás divisões dos castelos, aos meios de transporte e afins? Nada. Acho que a única expressão que eles explicam é quando um dos homens do clã chama "lord" e não "laird" á personagem principal masculina. E isso é explicado na própria narrativa, não com uma nota de tradutor, porque senão, até hoje ainda me perguntava qual era o mal de ele lhe chamar "lord" e não "laird" (para quem tiver curiosidade; lord é um termo inglês e laird é o termo escocês, basicamente os dois significam o mesmo, mas quando é usado lord na Escócia é um insulto, devido a todos os problema que houve entre a Escócia e Inglaterra).
A escrita. Oh bem, adorei a escrita, descontraida e simples, fluente, mas ao mesmo tempo completa.
Anyway ... leiam, porque acaba sempre por ser um bom livro.


Sinopse;
Caitrina não tenciona trocar o pai e os irmãos por um marido, ainda por cima um dos odiados Campbell, mas a força rude e sensual de Jamie, e um beijo escaldante, ameaçam estilhaçar-lhe a resistência. Quando o seu mundo idílico se desfaz, a única esperança de salvar o seu clã reside nos braços de Jamie Campbell, o inimigo que ela responsabiliza pela sua ruína. Conseguirão as tréguas precárias, nascidas na escuridão aveludada das suas noites de paixão, forjar um amor tão forte quanto a espada que governa as Terras Altas?

book #74 - descobri que te amo

Não me vou alongar muito sobre este livro, até porque nem há muito a dizer.
A primeira vez que vi o livro soube logo que iria gostar dele e não está longe da verdade. Adorei o livro e pelo simples facto que é um livro bastante simples e é fácil relacionar-nos com as personagens. E apesar de o final da história ser bastante previsível, é impossivel uma pessoa parar de ler o livro.
Quem é que nunca se apaixonou pelo seu melhor amigo? Quem é que nunca se imaginou na pele de outra pessoa? Quem é que não "faz" filmes na sua cabeça, na esperança que tal se torne realidade? Quem é que nunca sonhou?
É um livro sobre amizade, sobre amor, basicamente a fórmula mais simples de se construir uma história, mas mesmo assim, eu adorei. A receita ideal para deixar um pessoa com um sorriso nos lábios e completamente bem disposta.


Sinopse;
Ed, um rapaz normal e entediado, tem um trabalho de Verão na Reel Life Movies, uma loja de aluguer de vídeos e DVD, onde o seu crachá de identificação diz chamar-se «Sergio». A única distracção de Ed são os seus dois melhores amigos: Scout e Quark. Arrumar DVD nas prateleiras não é assim tão aborrecido com Scout a fazer piadas e, depois do trabalho, Ed tem sempre a companhia do sobredotado Quark.
Mas tudo muda quando a rapariga dos seus sonhos entra na loja onde trabalha e a vida parece ganhar outra cor. Ed sabe que não tem a menor possibilidade com ela, mas, quem sabe, talvez Sergio tenha. Para tal, basta-lhe fazer de conta que é um atraente e sedutor brasileiro durante o resto da vida. Simples, não é? Só que nada é assim tão fácil…

book #73 - anjo mecânico

Por norma adoro os livros da senhora Cassandra Clare, mas acho que este livro foi demasiado "forçado". É fácil identificar as ligação á saga original dos Caçadores de Sombras, nomeadamente o Magnus Bane (que eu simplesmente adoro) e o Church (o gato do instituto), e o sobrenome de alguns clãs presentes na saga original, mas de resto não vejo qualquer ligação, nenhuma "introdução" á saga, uma vez que se trata de uma prequela.
Acho que esperava algo como por exemplo, a história do Valentine e afins, mas nenhuma das personagens da saga original tinha sequer nascido na época em que a história se desenrola. Okay, o Magnus Bane já existia, mas ele é um bruxo e tal ...
E depois temos a escrita. Não há qualquer duvida que Cassandra Clare tem talento para a escrita, mas neste livro achei um exagero as descrições, muitas delas eram mais do que repetidas e muitas vezes, quando já não havia mais por onde descrever, toca a usar comparações.
Mentiria se dissesse que não me custou ler este livro, porque custou e com muita pena minha.
Por fim, o factor surpresa. Não há, mas é que não há mesmo. O livro centra-se todo na descoberta de quem é o Magister e os seus planos e logo fica claro quem é o Magister, apesar de só termos a confirmação a 100% no final.
Foi uma autentica desilusão, porque queria mesmo ter adorado o livro, mas tal não aconteceu. Pareceu-me demasiado forçado e apenas escrito para aproveitar a onde de sucesso da saga.
Anyway ... resta esperar que o próximo volume seja melhor.


Sinopse;
Quando Tessa Gray, uma jovem de dezasseis anos, atravessa o oceano para se reunir ao irmão, o seu destino é a Inglaterra do reinado da Rainha Vitória e aventuras aterrorizantes aguardam-na no Mundo-à-Parte de Londres, onde vampiros, bruxos e outras personagens sobrenaturais palmilham as ruas iluminadas a gás. Apenas os Caçadores de Sombras, guerreiros que se dedicam a livrar o mundo de demónios, conseguem manter a ordem no caos.
Raptada pelas misteriosas Irmãs Escuras, membros de uma organização secreta chamada Clube Pandemonium, Tessa fica a saber que também pertence ao Mundo-à-Parte e que possui uma habilidade rara: o poder de se transformar, quando quer, noutra pessoa. Além disso, o Magister, a figura misteriosa que dirige o clube, tudo fará para reclamar o poder de Tessa para si.
Sem amigos e perseguida, Tessa refugia-se junto dos Caçadores de Sombras do Instituto de Londres, que lhe juram encontrar o irmão se usar o seu poder para os ajudar. Em breve se sente fascinada, e dividida, entre dois amigos: James, cuja beleza frágil esconde um segredo mortal, e Will, um rapaz de olhos azuis, cujo humor cáustico e temperamento volúvel mantêm toda a gente à distância... ou seja, todos menos Tessa. Enquanto a investigação os vai arrastando para o âmago de uma conspiração tenebrosa que ameaça destruir os Caçadores de Sombras, Tessa percebe que poderá ter de escolher entre salvar o irmão e ajudar os seus novos amigos a salvar o mundo... e que o amor pode ser a magia mais perigosa de todas.

book #72 - a rapariga do capuz vermelho

Antes de mais tenho a dizer que depois de ter lido o livro há muitas coisas que ficaram mais claras, algo que não compreenderia se apenas tivesse apenas visto o filme.
Eu queria ler o livro e só depois ver o filme, mas quando consegui arranjar o filme não resisti em o ver, o que até é bom, porque assim não ficaria com grandes expectativas sobre o filme e apanharia uma desilusão.
Mas tal como disse, o livro completa o filme, o que é bem preciso. No filme é dificil ver o quão próximas são a Valerie e a Lucie ou mesmo a maneira de pensar da Valerie. No filme ela parece uma personagem apática, porque não se sabe minimamente o que vai naquela cabecinha, mas no livro temos plena noção dos seus sentimentos e pensamentos.
Depois temos o Peter ... o bonzão, o bad boy, por quem Valerie está apaixonada. Bem, no filme ele até é divertido e tal, mas no livro ele é completamente sombrio, com um passado escuro. Básicamente foi o pai dele que matou a mãe do Henry, fazendo com que tanto o Peter como o pai estivessem ausentes durante dez anos da aldeia. Curiosamente, no livro é quando o Peter regressa á aldeia que o Lobo mata a Lucie, daí dar para desconfiar ainda mais no bad boy.
E depois temos o jeitosinho do Henry. No livro ele e Valerie pouco ou nada comunicam, enquanto que no filme até dá para estabelecer uma ligação entre eles.
Estão a ver o porquê de dizer que o livro completa o filme? Há coisas que no livro estão bem e no filme mal e vice versa.
E por fim temos o tipo de escrita ... meu deus, acho que nunca tinha lido um livro tão chato nessa área. Poucos diálogos existem, o livro baseia-se mais na descrição das coisas e nos pensamentos e sentimentos das personagens, o que torna o ritmo de leitura demasiado chato.
E de quem foi a brilhante ideia de colocar o último capitulo na internet e não no livro? Uma pessoa chega ao capitulo 20 (o último capitulo) e o que encontra? Vá a www não sei das quantas ponto com e descubra como este livro acaba. A sério? O que raio ganham com isso? É uma estupidez pegada e sem necessidade.
Anyway ... se gostaram do filme, leiam o livro. Se não gostaram, leiam o livro na mesma, pode ser que compreendam alguma coisa (que foi o que me aconteceu).


Sinopse;
O coração de Valerie está dividido. Os pais querem que ela case com Henry, o filho do ferreiro, um rapaz gentil. Mas Valerie está apaixonada por Peter, um jovem lenhador de espírito independente e misterioso. O mundo está contra eles, mas os dois jovens apaixonados não imaginam viver um sem o outro e estão dispostos a lutar por isso.
Tudo muda quando a irmã mais velha de Valerie aparece morta. Suspeita-se do Lobo, uma criatura temível que assombra a floresta em redor da aldeia. É com horror que os habitantes da aldeia descobrem que durante o dia o Lobo assume forma humana e pode ser qualquer um deles. O perigo está à espreita e ninguém está a salvo.
As vítimas do Lobo não param de aumentar e Valerie começa a suspeitar que o Lobo pode ser uma pessoa muito próxima de si. Ela é a única que consegue ouvir a voz da criatura. E a mensagem do Lobo é muito clara: se Valerie não se render antes de a lua de sangue desaparecer do céu, todos os que ela ama morrerão.

book #71 - the dream hunter

Primeiro que tudo é necessário deixar claro que este livro passa-se muito antes de o senhor Kyrian ter conhecido a madame Amanda, só para terem uma pequena ideia do quão atrás na história se situa o livro. Claro que o livro não tem nada a ver com o Kyrian e a Amanda, é só mesmo porque o Kyrian foi o primeiro Dark Hunter a ser apresentado.
E agora, vamos ao livro em si.
Quando li "Santorini, Grécia" na introdução fiquei completamente histérica, porque adoro Santorini e quero visitar a ilha um destes dias, como quem não quer a coisa. Mas a verdade é que a histeria rapidamente desapareceu e sinceramente nem sei porque. Se calhar, e isto é um tiro no escuro, o mais provável é a minha vontade de ler durante esta semana ter desaparecido. Mas a verdade é que de todos os livros que li da Sherrilyn Kenyon este foi o que menos me despertou curiosidade, pode-se até dizer que não é dos meus preferidos.
Claro que adorei ver uma parte da adolescência da Tory (quem leu o "Acheron" perceberá porquê), gostei que a história fosse passada na Grécia, mas mesmo assim ... nah, o livro ficou muito aquém da espectativa inicial.
O ponto positivo terá que ser, na minha opinião, a descrição do Olímpo. Normalmente estamos habituados, quando a história remete para o Olímpo, a ser-nos apresentado os aposentos da Artémis, mas desta vez tivemos uma visão mais "alongada" do monte dos Deuses.
E tirando isto, sinceramente, não sei que mais hei-de dizer sobre o livro. Claro que sabia que ia chegar uma altura em que ia aparecer um livro da senhora Kenyon que não iria ser tão interessante como os anteriores, mas pronto.


Sinopse;
In this book, in the ethereal world of dreams, there are champions who fight to protect the dreamer and there are demons who prey on them. Arik is such a predator. Condemned by the gods to live eternity without emotions, Arik can only feel when he s in the dreams of others. For thousands of years, he s drifted through the human unconscious, searching for sensation. Now he s finally found a dreamer whose vivid mind can fill his emptiness. Dr. Megeara Kafieri watched her father ruin himself and his reputation as he searched to prove Atlantis was real. Her deathbed promise to him to salvage his reputation has now brought her to Greece where she intends to prove once and for all that the fabled island is right where her father said it was. But frustration and bad luck dog her every step. Especially the day they find a stranger floating in the sea. His is a face she s seen many times.... in her dreams. What she doesn t know is that Arik holds more than the ancient secrets that can help her find the mythical isle of Atlantis. He has made a pact with the god Hades; In exchange for two weeks as a mortal man, he must return to Olympus with a human soul. Megeara s soul. With a secret society out to ruin her expedition, and mysterious accidents that keep threatening her life, Megeara refuses to quit. She knows she s getting closer to Atlantis and as she does, she stumbles onto the truth of what Arik really is. For Arik his quest is no longer simple. No human can know of a Dream-Hunter s existence. His dream of being mortal has quickly turned into his own nightmare and the only way to save himself will be to sacrifice the very thing he wanted to be human for. The only question is, will he?

book #70 - as crónicas de nárnia: o leão, a feiticeira e o guarda-roupa

Não há muito a dizer sobre este livro, porque o filme é a cópia exacta dele, o que me surpreendeu bastante, tendo em conta que o livro tem umas meras 133 páginas.
Gostei do livro, tal como o anterior. A história é contada de maneira descontraida, faz-nos lembrar daquelas cenas cinematográficas quando estamos sentados á volta de uma fogueira e alguém está a contar uma história, aliás, os apartes que o autor faz remete mesmo para isso, uma historia que nos está a ser contada pessoalmente.
Que posso dizer mais? Nada, porque sinceramente, não há grande coisa a dizer.


Sinopse;
Com mais de 85 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, As Crónicas de Nárnia são um dos clássicos da literatura infanto-juvenil mais apreciados de sempre. Publicado em 1950, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa é o segundo volume das célebres crónicas, seguindo-se a O Sobrinho do Mágico, dado a conhecer ao público pela Presença em Abril de 2003. A aventura começa durante a Segunda Guerra Mundial, quando Peter, Lucy, Edmund e Susan são obrigados a sair de Londres e a instalar-se numa pequena cidade em Inglaterra, na casa de um professor solteirão. Enquanto exploram a mansão, Lucy descobre uma passagem secreta muito especial no guarda-fatos do velho professor, que dá acesso a um misterioso mundo...
Uma obra mágica, vencedora do prémio Keith Barker para o Melhor Livro Infantil do Segundo Milénio. Superprodução da Walt Disney Pictures e Walden Media com estreia em Dezembro de 2005.

book #69 - beastly

Sou um pouco suspeita para falar deste livro porque um dos meus filmes preferidos da Disney é A Bela e o Monstro.
E é exactamente a partir daí que vou falar deste livro. Beastly não passa disso mesmo, a história da Bela e do Monstro, adaptada aos dias de hoje. Temos o principe egocêntrico, Kyle Kingsbury, que acha que tudo circula é base de beleza e popularidade, mas quando ele e a namorada fútil, Sloane, tenta pregar uma partida a uma rapariga que não é de todo popular ou bela, mas sim um bruxa disfarçada de adolescente, eis que Kyle se vê transformado num monstro. No meio disto tudo tem a sorte de antes de ser transformado ter feito algo bondoso e por isso a bruxa concede-lhe uma escapatória, o famoso "se encontrares alguém que te ame, apesar de seres um monstro, e o amor for retribuído voltarás ao normal".
Básicamente é isso. Aliás, a história é mesmo identica ao filme da Disney. Temos a luta de bolas de neve, a oferta de uma biblioteca á "Bela", o pai adoentado que faz com que a rapariga tenha que partir, até o "Lumiére" e a "Madame Samovar" entram nesta história, apesar de não serem um castiçal e um bule, mas estão bem presentes.
Depois temos a escrita ... é a coisa mais simples que há, sempre do ponto de vista do Kyle e de leitura rápida. Juro que começava a ler e quando reparava já tinha lido umas 20 páginas e apenas tinham passado 10 minutos.
O livro está dividido em várias parte e no início/fim de cada parte existe uma conversa num chat onde se encontram as mais variadas personagens, curiosamente todas ligadas a histórias da Disney. Temos referências á "Pequena Sereia", "A Princesa e o Sapo" ... os contos de fadas mais populares, o que eu adorei.
Mal posso esperar por ver o filme, porque adorei mesmo o livro.


Sinopse;
Sou um monstro. Um animal. Não sou bem um lobo nem um urso, nem um gorila nem um cão. Sou uma nova criatura horrível, que caminha na posição vertical - uma criatura com presas e garras e pelo a brotar de todos os poros. Eu sou um monstro.
Acham que estou a falar de contos de fadas? Nem pensar. O local é a cidade de Nova Iorque. O tempo é o de hoje. Não é uma deformidade nem se trata de uma doença. E vou ficar assim para sempre - arruinado - a não ser que consiga quebrar o feitiço.
Isso mesmo, o feitiço, aquele que a bruxa da minha aula de Inglês lançou sobre mim. Porque é que me transformou num animal que se esconde durante dia e vagueia pela noite? Eu digo-vos. Vou contar-vos como costumava ser Kyle Kingsbury, o tipo que toda a gente gostava de ser, com dinheiro, de aspeto perfeito, a vida perfeita. E depois, vou contar-vos como me tornei perfeitamente... monstruoso.

book #68 - o beijo carmesim

Não há nada que possa dizer sobre este livro que já não tenha dito sobre o anterior livro desta saga, O Beijo da Meia Noite.
As personagens continuam a ser pouco tratadas, tornando difícil qualquer ligação com elas. E talvez esse seja o maior defeito desta saga. A autora preocupa-se mais a dar-nos a personagem do presente e não o seu passado. Ela coloca um vampiro que viveu vários séculos, na nossa era, como se ele tivesse aterrado no século XXI de pára-quedas.
Uma melhoria é que ela já começa a introduzir neste livro a história do próximo guerreiro ... mas não quero já fazer a festa por causa disso, talvez depois de ler o livro do Tegan possa dizer realmente que a saga começa a ir pelo melhor caminho.
Quanto á escrita, atrevo-me a dizer que é quase poética a maneira como ela descreve as coisas. Vê-se uma clara preocupação em transmitir uma visão correcta das coisas ao leitor. E se há livros em que isso é mau, neste é fantástico.


Sinopse;
Ele chega até ela mais morto que vivo, um enorme estranho vestido de preto, crivado de balas e a perder muito sangue. Enquanto luta para salvá-lo, a médica veterinária Tess Culver não faz ideia de que o homem que se chama Dante não é totalmente humano, mas um membro da Raça, guerreiros vampiros envolvidos numa batalha desesperada. Num momento único e carregado de erotismo, Tess é lançada no mundo dele - um lugar perigoso e sombrio onde vampiros Renegados vagueiam na noite trazendo o terror.
Assombrado por visões de um futuro obscuro, Dante vive e luta como se não houvesse amanhã. Tess é uma complicação de que ele não precisa - mas agora, com os seus irmãos sob ataque, ele deve protegê-la de uma ameaça crescente, que o inclui a ele próprio. Por causa de um beijo rápido e irresistível, ela tornou-se parte do seu reino subterrâneo... e o toque dele desperta-a para dons escondidos, desejos e fomes que ela nem sonhava possuir. Ligados pelo sangue, Dante e Tess devem trabalhar juntos para acabar com os inimigos mortais, ao mesmo tempo que descobrem uma paixão que transcende os próprios limites da vida...

book #67 - sangue mortífero

Depois de ter lido um livro que até nem desgostei, desta saga, até que estava com a pedalada toda para ler o próximo, mas nem sempre tudo corre como planeamos e rápidamente a minha vontade foi por água abaixo porque Sangue Mortífero consegue ser mais um livro desinteressante, algo a que a saga já habituou depois dos três primeiros volumes.
Sookie, Sookie, Sookie, Sookie ... tudo gira á volta da Sookie. Sookie, a eterna vitima. Sookie, a arrasa corações. Sookie, o mártir. Depois ainda há quem se admire que eu não simpatize com a personagem. Este planeta tem biliões de pessoas, mas existe apenas uma a quem tudo e mais alguma coisa acontece ... e para quem não sabe, essa pessoa é a senhora Sookie.
Só a Sookie é raptada por seres sobrenaturais, só a Sookie é maltratada por seres sobrenaturais, só a Sookie se dá bem com todos os seres sobrenaturais, só a Sookie sabe a verdade sobre a sociedade sobrenatural (no mundo de True Blood). Irrita, porque o livro acaba por se tornar tão egocentrico que mesmo que uma pessoa queira é impossivel gostar da personagem.
E depois temos a eterna sina das personagens com quem simpatizo; a morte. Juro que não entendi aquelas mortes. Matar a Claudine não afectou nada da história e matar o Tray muito menos.
Tenho uma ideia ... porque não matar a Sookie, assim podiam dar espaço para personagens bem mais interessantes terem destaque.
É que nem o mistério de quem matou e crucificou a Crytal consegue ser apelativo. Não há aquela ânsia de saber quem é o culpado ou porque é que o fez. Nada de nada.
E básicamente este livro resume-se numa palavra; Sookie. É que nem tenho muito por onde falar dele, porque é mesmo isso, mais um monólogo enfadonho da Sookie.

Sinopse;
Com a excepção de Sookie Stackhouse, os habitantes de Bon Temps, no Louisiana, pouco sabiam sobre vampiros e nada sobre lobisomens. Até agora. Lobisomens e metamorfos revelaram finalmente a sua existência ao mundo e isso poderá ter custado a vida a alguém que Sookie conhecia. Mas a sua determinação para descobrir o responsável pelo homicídio é posta de parte perante um perigo muito maior. Uma raça de seres sobrenaturais (mais velhos, poderosos e muito mais misteriosos do que os vampiros ou os lobisomens) prepara-se para a guerra. E Sookie, enredada ainda na teia de antigos amores, ver-se-á como peão demasiado humano nesta batalha.

book #66 - sedução na noite

Chamo a este livro O Livro do Fim do Mundo em Cuecas e com razão ... é mesmo o fim do mundo em cuecas.
Na minha opinião é quando a história dos Predadores da Noite , os livros em si, formam uma linha de pensamentos e se os livros não forem lidos na ordem correcta deixa de fazer sentido. E claro, tudo muda, os acontecimentos que dão inicio á verdadeira questão da saga estão todos no livro do Valerius (e sim, Valerius e não Valério, mas mais á frente falo disso).
A fraqueza do Ash é revelada, a Katra, a morte da mãe do Nick, o Nick transforma-se em Predador da Noite, o poder da Marissa é revelado, tudo é revelado neste livro.
A maioria desses detalhes já tinha descoberto quando li o livro Acheron, mas mesmo assim não deixa de ter um forte impacto, porque enquanto que no livro do Ash é-nos revelado por memórias das personagens, neste livro é-nos descritos, vê-mos o porquê deles acontecerem e como acontecem.
Confesso que não é dos meus livros preferidos, nem aquele que mais curiosidade me causou, mas admito que é O livro, é bastante importante. Em resumo, é o fim do mundo em cuecas. Em apenas 20 páginas todo o rumo da saga muda e nós nem sabemos o que raio nos atingiu.
Claro que não podia deixar passar o interessante facto de a Sherrilyn Kenyon juntar duas pessoas completamente diferentes. É de génio.
E depois temos a tradução dos nomes ... cruz credo que chega a ser um degredo. O nome da personagem principal é Valerius, mas a editora optou por traduzir o nome para Valérios. Mas esse caso nem é dos piores. Artemis, que sempre nos foi apresentada com esse nome, passou a ser Artemisa. O pior é que em algumas partes aparece Artemis e noutras aparece Artemisa ... tudo no mesmo livro.
Enfim ... leitores de Sherrilyn Kenyon, este é um livro que não podem mesmo deixar de ler.


Sinopse;
Valério é um Predador da Noite romano desprezado pela maioria dos predadores gregos que alimentam um profundo ódio à civilização que o viu nascer. De origem aristocrática e arrogante, Valério mal sabe o que pensar quando conhece Tabitha Devereaux. Ela é sensual, imprevisível e incapaz de o levar a sério. Mas é também irmã gémea da mulher do seu maior rival.
A única coisa que Tabitha leva a sério é matar vampiros. E agora terá de enfrentar, junto com o predador romano, o mais mortífero de todos os seus inimigos… uma ameaça acabada de regressar do mundo dos mortos. Para vencer este mal, Valério precisa de aprender a confiar em alguém e pôr tudo em risco para proteger o homem que odeia e a mulher que o leva à loucura.

book #65 - laços de sangue

Acho que já nem me lembrava o que era ler um livro da saga True Blood e não estar aborrecida. Okay, estava aborrecida, porque não gosto lá muito da Sookie (verdade verdadinha; não gosto nada).
Dos últimos livros, e apesar de não ser um livro que eu considere demasiado crucial para a saga, até gostei de o ler. Claro que a Charlaine Harris continua a matar as personagens que eu até gosto, mas isso é um pormenor que se calhar não tem importância para ninguém. Mas, e há aqui um grande "mas", desta vez a morte foi justificada. Oh, estou a falar da Sophie-Anne, a rainha. Ela precisava de morrer, para entrar a nova "gerência" de vampiros e muito provavelmente desviar o rumo da história.
Uma coisa que gostava que me explicassem, porque eu ando desde o início da saga a tentar desvendar é, porque raio é que a Sookie não aguenta dois livros com o mesmo namorado??? Juro que na minha mente há uma palavra que se destaca para esse tipo de pessoas. O Sam é o patrão, o Bill usou-a, o Eric perdeu a memória, o Alcide era bom demais, o Calvin ... não me lembro qual era o problema dele, o Quinn coloca a familia em primeiro plano ... quem é o próximo? Qual é a próxima desculpa?
Tudo bem, ela procura o homem perfeito, mas tem que se tornar num corrimão (onde todos passam a mão) enquanto o procura? Eu juro que atiro confettis se ela passar dois livros seguidos com o mesmo gajo.
Sinceramente, não sei mais o que dizer, porque apesar de ter sido um livro ligeiro de ler não foi um grande livro, apesar de deixar bem assente que marco um ponto de viragem na história.


Sinopse;
Depois do desastre natural do furacão Katrina e do horror criado pelo homem da explosão na cimeira de Vampiros, Sookie Stackhouse vive segura mas atordoada, ansiando que as coisas voltem ao normal. Mas o seu namorado, Quinn, é um dos desaparecidos. E as coisas mudam, quer isso agrade ou não aos lobisomens e aos vampiros do seu canto do Louisiana. Nas batalhas que se seguem, Sookie enfrenta perigo, morte... e, mais uma vez, a traição de alguém que ama. Mesmo que deixe de haver pêlo de lobo no ar e mesmo que o sangue frio dos vampiros deixe de jorrar, o seu mundo não voltará a ser o mesmo...

book #64 - na sombra do desejo

Já disse o quanto adoro os livros da J.R. Ward? Sim? Então volto a confirmar ... adoro simplesmente os livros desta senhora.
Fico tão absorvida no livro que é-me práticamente impossível para e se tal acontece, a única coisa que consigo assimilar é quando terei tempo para voltar a ler. E acho que depois de ler o Guia da saga isso tornou-se ainda mais mandatório.
Vamos então falar do livro em sim, okay?
Nunca pensei que fosse gostar de um livro onde o Butch é o "Irmão" principal e fiquei deveras surpreendida com a personagem e o livro conforme ia avançando na leitura. Por outro lado não consegui apreciar a personagem Marissa. Não sei se foi propositado, mas acho que é quase impossível criar uma ligação com ela de tão desinteressate e inocente que chega a ser.
Marissa é a típica menina da alta sociedade que sempre teve tudo e de repente se vê sem nada. Inocente e sempre pronta a sacrificar-se pelos outros, é expulsa de casa pelo irmão quando ele descobre que a irmã está apaixonada por um humano. Claro que ela recorre á mansão da Irmandade quando é expulsa de casa, perde a virgindade com o Butch, separam-se, voltam a juntar-se, voltam a seprarar-se e finalmente casam-se.
Okay, eu gostei da história, mas durante todo o processo a personagem Marissa mostra tal apatia que uma pessoa pergunta-se, hipotéticamente, se tal personagem poderia ser uma pessoa real. Okay, poderia, mas seria uma pessoa tão desinteressante que nem com dois safanões ela acordava para a vida.
E o Butch ... bem, o Butch surpreendeu e pela positiva. Quem leu os outros livros deve de ter reparado que o homem de romantico não tem (quase) nada, mas conforme a história vai avançando vamos perdendo essa sensação e aprendendo a gostar do homem.
Uma coisa que adoro nos livros da J.R. Ward é a maneira como ela mistura a história de personagens secundárias com as das personagens principais de cada livro, mas desta vez acho que ela exagerou na dose. Temos muito mais acesso á vida do Vishous e do John, dos sentimentos deles, do que própriamente da personagem masculina principal, Butch.
Hey, eu não me posso queixar, adoro o Vishous e estou maid do que ansiosa pelo livro dele, mas também tenho plena consciência que no livro dos outros não se deve de intrometer e no fundo é que aquelas duas personagens estão a fazer; a tirar protagonismo das personagens principais.
Ficamos tão curiosos com a maldição do Vishous que nem queremos saber se o Butch e a Marissa vão reatar a ligação ou não.
E depois temos a escrita descontraida e simples. Mordaz e divertida ... confesso que ainda consegui dar umas valentes gargalhadas.
E claro, é sempre bom rever os "Irmãos". Confesso que ainda me riu com as piadas do Rhage e fico toda derretida com a ternura do Zsadist.
E agora venha o livro do meu "Irmão" preferido mas é.


Sinopse;
Nas sombras da noite da cidade de Caldwell, em Nova Iorque, trava-se uma guerra territorial entre os vampiros e seus caçadores. Ali, existe um bando secreto de irmãos sem igual — seis guerreiros vampiros, defensores da sua raça. Mas agora um aliado da Irmandade está prestes a enfrentar os seus próprios desejos obscuros…
Butch O’Neal é um guerreiro por natureza. Um ex-polícia da brigada de homicídios que leva uma vida dura, é o único humano a quem foi permitido aceder ao círculo íntimo da Irmandade da Adaga Negra. E quer submergir-se ainda mais profundamente no mundo dos vampiros… quer alistar-se na guerra territorial contra os minguantes. Não tem nada a perder. O seu coração pertence a uma fêmea vampira, uma beldade aristocrática que está muito acima do seu nível. Se não pode ter Marissa, então ao menos pode lutar lado a lado com os irmãos…
O destino amaldiçoa-o outorgando-lhe o que deseja. Quando Butch se sacrifica para salvar dos assassinos um vampiro da população civil, torna-se presa da mais escura força da guerra. Moribundo, é encontrado graças a um milagre, e a Irmandade pede a Marissa que tente trazê-lo de volta. Mas talvez nem sequer o seu amor seja suficiente para salvá-lo…

book #63 - immortal, love stories with bite

Um livro que reune várias short stories, de vários autores não é novidade nenhuma e também estaria a mentir se dissesse que esperava que fosse um grande livro. A única coisa que esperava era que no meio de tantas autoras a short story da Richelle Mead fosse a minha favorita e como previsto, foi.
Como não conheço a obra da maioria das autoras é-me impossivel dizer se já li coisas melhores delas ou não, mas posso falar da short story da Kritin Cast e da Richelle Mead.
Começo a notar um padrão nas histórias/livros que envolvam as autoras Cast ... a ideia é bastante original, a escrita é uma porcaria.
Quando comecei a ler a short story fique bastante surpreendida, porque estava muito bem escrita. Claro que o pensamento que me veio á cabeça foi; a mãe é que escreve mal e a filha é o génio por trás da saga Casa da Noite, pelo menos a nível de história e dos primeiros livros. Mas depois ela passa da terceira pessoa para a primeira pessoa e os meus primeiros pensamentos vão por água abaixo porque toda a qualidade exibida na primeira parte da short story é ofuscada pela péssima qualidade que se segue quando ela muda para a primeira pessoa.
Isto sim é que é um desperdício de talento. É que quando ela escreve na terceira pessoa o texto tem muita boa qualidade. Isso junto com uma boa história base é a receita para um bom livro, mas tanto ela como a mãe insistem em escrever na primeira pessoa e fazer disso uma constante, o que arruina completamente não só a escrita como a história.
E a senhora Richelle Mead. Não é segredo que adoro os livros desta senhora e tinha grande expectativas quando ao conto dela. A escrita não difere muito da que ela nos acostumou na saga Vampire Academy e a história e personagens também não são assim tão diferentes, mas de uma maneira geral gostei bastante.
Acho até que ela a partir desta short story poderia perfeitamente criar uma nova saga (se é que já não criou).
No geral é um livro que se lê bem, mas nenhum autor (do que ainda não conhecia) me despertou especial curiosidade.


Sinopse;
In Immortal: Love Stories With Bite, edited by New York Times bestselling author of the House of Night series P.C. Cast, seven of today’s most popular YA vampire and contemporary fantasy authors offer new short stories that prove when you’re immortal, true love really is forever.
Rachel Caine (the Morganville Vampires series) revisits the setting of her popular series, where the vampires are in charge and love is a risky endeavor, even when it comes to your own family
Cynthia Leitich Smith (Tantalize) gives us a love triangle between a vampire, a ghost and a human girl, in which none of them are who or what they seem
Claudia Gray (Evernight) takes us into the world of her Evernight series, in which a pre–Civil War courtesan-to-be is courted by a pale, fair-haired man whose attentions are too dangerous to spurn, in more ways than one
Richelle Mead (the Vampire Academy series) brings us the tale of a young vampire on the run from the rest of her kind, and the human boy who provides the getaway car, as well as a reason to keep running
Nancy Holder (the Wicked series, “Buffy the Vampire Slayer”) immerses us in a post-apocalyptic New York where two best friends are forced to make a choice that may kill them both
Kristin Cast (the House of Night series) introduces us to a new kind of vampire: one with roots in Greek mythology, and the power to alter space and time to save the girl he's meant to love
Rachel Vincent (the Soul Screamers series) explores a new corner of her series with the story of a leanan sidhe capable of inspiring the musician she loves to new creative heights, or draining him, and his talent, dry
And Tanith Lee (Black Unicorn) shows us what happens when a bright young woman with some supernatural savvy encounters a misguided (but gorgeous) young vampire

book #62 - infinity

Quando comecei a ler este livro estava na ideia que seria a história do Nick Gautier, mas á medida que fui lendo fui-me apercebendo que não é bem a história dele, mas sim um retroceder na história e tentar muda-la.
Juro que achei bastante confuso quando vi a Simi lá para o meio, até que me apercebi que a personagem Ambrose é na realidade o Nick, depois de ter sido transformado.
Basicamente a história é o Nick do Futuro faz uma visita ao Nick do Passado, para tentar mudar o futuro.
Claro que não se restringe a isso. Descobrimos que coisas sobre o Nick que nunca nos foi dado a conhecer na saga dos Dark Hunters, bem como temos uma antevisão de personagens bem conhecidas; Tabitha, Eric, Kyrian ... e também ficamos a conhecer melhor a mãe do Nick, o que é bastante bom.
Nunca me passou pela cabeça que o Nick fosse um ser sbrenatural (antes de ser convertido, claro está), mas a verdade é que o pai dele é um demónio, a tia é uma antiga deusa egípcia (okay, isso não está no livro, foi um spoiler que apanhei no site dos Dark Hunters quando estava a ver as fichas das personagens) e basicamente o Nick quase que pode ser equiparado ao Ash em termos de poder.
Quem espera encontrar em Infinty o mesmo tipo de abordagem e escrita que domina a saga dos Dark Hunters, desengane-se. Não há cenas de sexo, não há "palavrões" ... passa perfeitamente por um livro normal infanto-juvenil, o que surpreendeu. Vá lá, estamos a falar da grande SK, rainha das cenas eróticas ... Claro que não estou a dizer que é mau, porque não é. Estou apenas surpreendida.
Um livro, sem dúvida, que merece atenção.


Sinopse;
First in an exciting new series - a YA spin-off series of Sherrilyn Kenyon's No. 1 NEW YORK TIMES bestselling Dark-Hunter series. INFINITY is the compelling, thrilling and unputdownable tale of one boy's journey towards his ultimate destiny.

book #61 - the black dagger brotherhood - an insider's guide

Quando comecei a ler este livro sabia perfeitamente que era um guia para toda a saga da Irmandade da Adaga Negra, mas á medida que ia lendo foi-se tornando mais do que óbvio que das duas uma, ou lia o livro todo de uma só vez e apanharia imensos spoilers ou então ia lendo á medida que ia lendo os livros da saga.
Acabei por optar dos ler este livro aos poucos. Lembro-me perfeitamente quando li o Acheron da Sherrilyn Kenyon e fiquei a saber das cenas que se iam passar muito antes dos livros em português serem editados e odiei isso.
O livro é constituido por um conto, fichas pessoais dos Irmãos, análise dos livros, dicas para escritores e por aí fora.
Li o conto e tudo o que dizia respeito aos Irmãos dos quais já li os livros.
O conto! Oh, acho que por esta não esperava eu. Quando comecei a ler sabia que era sobre a nova tarefa do Zsadist, ser pai. Estava longe de imaginar que no meio das histórias criadas pela J.R. Ward pudesse sair algo tão ... fofo. Não me interpretem mal, nos livros da Irmandade há momentos fofos, mas esses não incluem bebés, nem mostra o envolvimento entre o pai e uma filha.
Fiquei completamente rendida á história do Zsadist depois de ler o Na Sombra do Pecado e tive que práticamente obrigar-me a largar o livro, porque não conseguia simplesmente parar de ler o conto.
É de acrescentar também que as traduções dos livros da J.R. Ward não fazem jus á escrita original. É muito mais elaborada.
Quanto ás fichas pessoais dos Irmãos e as suas entrevistas; hilariante! Tenho a dizer que é uma nova abordagem ás personagens e muito mais relaxada do que nos é transmitido nos livros.
E depois temos a análise feita pela a autora aos seus próprios livros. Qualquer duvida em relação há história é esclarecida, bem como ainda ficamos a saber como surgiram as personagens e o processo de criação de cada um dos livros.
Apenas posso dizer que é um livro que todos os fãs da saga deveriam de ler.


Sinopse;
From NEW YORK TIMES bestselling author J. R. Ward comes a once-in-a-lifetime event: a unique volume that delivers a behind-the-scenes look at Ward's addictive Black Dagger Brotherhood series of sexy vampire fiction.

book #60 - dark side of the moon

E o fim do mundo em cuecas está de volta!
Depois do livro do Wren, eis que a história gira novamente em torno de um Predador da Noite e o fim do mundo que foi no livro do Valerius e da Danger volta a instalar-se, começando a criar uma história base, diferente dos primeiros livros.
Acho que não posso dizer grande coisa sobre este livro sem fazer spoilers, mas vou tentar ...
Pela primeira vez vemos uma mistura de Were-Hunter e Predadores da Noite, tudo numa só pessoa; Ravyn. É engraçado ver as soluções encontradas pela autora para as caracteristicas de tal ser ... inclusive a sua companheira.
Ravyn é um Arcadiano que tem a possibilidade de se transformar num gato/leopardo ... o mais cómico é que a mulher que está destinado a ser sua companheira, Susan, é alérgica a gatos, o que acaba por criar situações deveras engraçadas, até quando o momento é mais sério ... if you know what I mean.
Deixando a história pessoal de Ravyn de lado, temos um pequeno vislumbre do destino do Nick, que finalmente sai da reclusão e dá mais um passo na direcção do conflito que há entre ele e o Acheron.
E não digo mais nada, senão ainda faço mais spoilers do que os que, provavelmente, já fiz.
Leiam a saga, porque vale a pena. Sei que os livros publicados até agora em Portugal ainda não estão naquela parte em que há realmente uma ligação entre os acontecimentos, mas juro que no próximo livro (o do Valerius, que sai em Portugal neste mês) vão acontecer coisas realmente importantes, que irá criar uma ligação entre todos os livros, até mesmo aqueles que anteriormente não faziam qualquer sentido.


Sinopse;
Susan Michaels is a reporter on a mission to resurrect her professional reputation. And she only has to brave her cat allergy at a local animal shelter to follow the lead that could get her off the tabloid beat forever. But she gets more than she bargained for when she inadvertently adopts one of the cats.

book #59 - o estranho caso de benjamin button

Numa bela tarde, sem nenhum livro por perto, a não ser um livro que me tinha sido devolvido por um colega, eis que me aventuro na leitura desse mesmo livro, logo no inicio de uma aula de três horas. Ainda nem tinha sido feito o intervalo normal, eis que eu estou novamente sem material de leitura.
É esta a história de como li a história de vida de Benjamin Button, por alguns conhecidos como Brad Pitt.
Adoro o filme, confesso, e quando descobri que tinha sido adaptado de uma obra literária foi-me impossivel não ficar curiosa.
Não o planeava ler tão cedo, até porque estou a ler outro livro, mas ontem, em duas horas li o livro. São setenta e cinco páginas, uma leitura bem simples e directa, sem grandes diálogos.
Claro que me é impossivel não compara o livro com o filme. Aliás, diga-se que o filmes faz todo o sentido e o livro não. No livro o bebé Benjamin nasce como um homem velho e leia-se "homem" mesmo, um ser humano que fala e reciocina como um adulto. Ora, é perfeitamente impossivel acreditar-se que um homem adulto seja capaz de sair de dentro do ventre de uma mulher.
A teoria do nascer velho e morrer jovem é a única ligação entre o filme e o livro. E acreditem quando digo que é mesmo a única. Aliás, quem ler a nova edição do livro, com o cartaz do filme na capa, fica confuso, porque o Benjamin Button nunca é abandonado pelo pai, a mãe dele não morre, ele não vai morar para um lar de idosos, ele não se apaixona por um bailarina ruiva de quem tem uma filha, ele não trabalha num barco e toda aquela jornada que vemos o Benjamin do filme passar não acontece no livro. Ao ler-se o livro todo o filme é deixado de lado, porque nada do que aparece no filme é retirado do livro (excepto a tal teoria).
Mentiria se dissesse que não gostei do livro, porque na sua simplicidade está a qualidade de um conto clássico e também se pode dizer que o facto de não ter nada a ver com o filme me surpreendeu, porque nunca pensei que um filme pudesse, alguma vez, ser melhor do que o livro no qual foi inspirado.
Mas leiam, não perdem nada, muito pelo contrário.


Sinopse;
Na génese deste conto publicado pela primeira vez em 1922 terá estado, segundo F. Scott Fitzgerald, uma observação de Mark Twain em que o escritor lamentava que a melhor parte da vida fosse ao início e a pior no fim. Assim nasceu Benjamin Button, mas, como o leitor poderá começar a adivinhar, para grande desgosto e estupefacção de todos os envolvidos, o «pequeno» Benjamin vem ao mundo com a aparência, o tamanho e as peculiaridades de um homem de 70 anos… O Estranho Caso de Benjamin Button inspirou uma adaptação ao grande ecrã.

book #58 - sangue de anjo

Ao ler as opiniões que vêem no livro de autores e críticos não podia estar mais de acordo com elas. É um livro onde as personagens são bem construídas, um emaranhado de sensualidade e acção.
Nesta história é apresentada mais uma teoria para a criação dos vampiros. Neste caso eles são criados por anjos, numa sociedade onde a hierarquia nos é apresentada como; arcanjo, anjo, vampiro, caçadores, seres humanos. Não sou grande fã dessa teoria, uma vez que existe imensas lacunas , não sei se propositadamente ou por despiste de atenção da autora, mas a verdade é que chega a ser um pouco dificil de acreditar em tal coisa.
Quanto á história, tenho apenas um defeito a apontar. Passamos a maior parte do livro embrenhados nos sentimentos de Raphael e Elena, deixando a relação deles "abafar" a trama principal, a caçada a Uram, um arcanjo caído em desgraça.
Não acho que a relação de Elena e Raphael seja menos importante, mas já se vem tornando hábito a vida amorosa das personagens passar para primeiro plano em vez da história que levou a juntar as personagens principais.
Á parte disso, é um excelente livro, com uma linguagem cuidada, mas uma leitura bastante fluída, simples.


Sinopse;
Elena Deveraux é uma caçadora de vampiros, Sabe que é a melhor — mas não sabe se será suficientemente boa para a tarefa que tem de cumprir. É contratada pelo perigosamente belo arcanjo Raphael, um ser de tal modo letal que nenhum mortal deseja merecer a sua atenção. Elena sabe que não pode falhar — embora se trate de uma missão impossível. Porque desta vez não é um vampiro voluntarioso que tem de localizar. É um arcanjo que degenerou.
A missão irá colocar Elena no meio de um turbilhão de mortes inimaginável — e levá-la para o fio da navalha da paixão. Mesmo que a caçada não a destrua, sucumbir ao encanto de Raphael pode fazê-lo. Pois quando os arcanjos brincam, os mortais sofrem...

book #57 - o beijo dos elfos

Já devia de ter dito algo sobre este livro há uns dias atrás, mas como tive doente foi praticamente impossivel vir aqui, mas prontos.
O Beijo dos Elfos. Leitura bastante simples e rápida. Mas quando digo simples quero mesmo dizer "simples", porque acho que nunca tinha lido algo que foi o "Nº 1 da lista de Best Sellers do New York Times"que fosse tão, mas tão simples.
O livro em si não é nada de especial, o que torna bastante dificil dizer se a saga será interessante ou não. Neste primeiro livro é-nos apresentadas as personagens e os factos. Não há cenas de nos tirar a respiração, momentos romanticos que nos façam suspirar ... nada disso.
Conhecemos Laurel, David e Tamani e o que cada um representa nesta saga. Nada mais, nada menos. E talvez por isso o livro seja tão simples.
Dizer que gostei bastante dele é exagero, mas também não desgostei e acho que pela primeira vez dependo do segundo volume desta saga para ter uma opinião formada sobre este primeiro.
Quer dizer, basta vermos a sinopse do livro ... não revela nada da história, porque não há nada a revelar.
É esperar para ver.


Sinopse;
Nesta extraordinária história de magia, intriga e romance perigoso, tudo o que pensavas conhecer sobre o mundo das fadas vai mudar.

book #56 - last sacrifice

E pensar que este é o último livro da saga (okay, da saga mesmo, porque está para vir um spin-off). Juro que ao ler, houve partes que trouxeram as lágrimas aos olhos, não só porque eram mesmo fofas, mas também porque eram as últimas.
Mas vamos lá falar do livro em si.
WTF? Sim, "WTF?" ... o livro gira á volta da descoberta do assassino da Rainha Tatiana e da descoberta do Dragomir perdido (parece um filme do Indiana Jones) e tenho a dizer que ambas as duas pessoas foram uma surpresa autêntica. E como é óbvio que vou fazer spoilers, ficam já avisados que a partir daqui vai ser spoilar ao máximo. Mas antes, para aqueles que não querem spoilers e já estão a com a setinha a caminho do canto direito (no caso dos MAC's, no canto esquerdo), tenho uma pequena mensagem para vocês; prestem bem atenção ás personagens, mas mesmo muita atenção, porque todas elas são importantes, mesmo aquelas que nunca nos passaria pela cabeça ou mesmo que apenas foram referidas mas nunca apareceram mesmo.
E agora; ALERTA SPOILER!
Que twist, estamos a ler o livro e somos sempre levados a pensar que o culpado é uma determinada personagem, mesmo nós sabendo que a culpada não é ela. Durante todo o livro a autora quer fazer-nos querer que a culpada é a Daniella Ivashkov, a mãe do Adrian. Dá-nos as pistas todas e nós pensamos que sim senhora, faz sentido, mas a autora quer que nós acreditemos tanto que é ela a culpada que acaba por se tornar demasiado óbvio que ela não é.
E depois temos o verdadeiro culpado, com os seus motivos óbvios e os menos óbvios; Tasha Ozera, a tia do Christian. Os motivos dela são bastante óbvios, mas fica sempre o porquê de ela incriminar a Rose, uma vez que ela sempre foi uma grande amiga e apoiante da Rose. E eis que voltamos ao primeiro/segundo livro (sinceramente já não me lembro em qual dos dois); o pedido da Tasha para o Dimitri ser o pai dos bébé'zinhos Ozera. Juro que esse pormenor me passou tão ao lado no livro, muito porque ela tinha reagido bastante bem á recusa, mas é impossivel não dizer que foi genial tal twist.
E depois temos o Dragomir perdido. Sim, foi uma surpresa, mas também estava á espera de algo ... maior. Quer dizer, é o herdeiro de uma linhagem quase extinta, é um escandalo ... e depois há a revelação de que afinal é a Jailbait (não me perguntem porquê, mas adoro o nickname que o Adrian lhe deu)? Jill Mastrano é a meia irmã da Lissa. Okay, até simpatizei com a miudita e tal, mas esperava algo mais grandioso, algo mais do tipo ... dramático? Acho que todos gostam da Jill, mas também é daquelas personagens que não são assim muito para o memoráveis.
E agora vamos ao que interessa; Rose e Dimitri.
OMFG! Quando ele finalmente admite que a ama, eu juro que tive que fazer um esforço enorme para não chorar, porque na minha mente a cena estava de tal maneira perfeita que ... ai, foi tão romantico. Mas vamos lá começar pelo inicio.
Os suspeitos do costume tiram a Rose da prisão/Corte e o Dimitri oferecesse para ser o culpado. Lá vão eles os dois e depois de se juntarem á Sydney (a alquimista e a heroina do spin off), acabam por ir á procura do herdeiro Dragomir, que lhes leva até á professora Sonya Karp (que foi várias vezes referida porque era uma utilizadora do espirito que se tornou Strigoi). Com a ajuda dos irmãos malvados, Victor Dashkov e Robert Doru (o Victor foi o vilão do primeiro livro e uma ajuda importante na restauração do Dimitri), ele restauram a professora Karp e esta leva-os até ao herdeiro.
Como a professora Karp consegue ver as auras, rapidamente percebe que a Rose não está apaixonada pelo Adrian, mas sim pelo Dimitri, assim como ele também está apaixonado por ela. Depois de um denuncia, os Guardiães aparecem em casa dos Mastranos (a mãe e o pai adoptivo da Jill) e o caos instala-se. O Dimitri e a Rose fogem, e os irmãos Dashkov raptam a Jill. Como é óbvio a Rose e o Dimitri vão resgata-la e a Rose acaba por matar o Victor, num ataque provocado pelos efeitos do espirito que ela tem tentado aliviar da Lissa. E isso é ignição que leva á uma das cenas mais romanticas que já li.
A Rose fica tão perturbada com o sucedido que numa conversa, já num quarto de um motel, começa a discutir com o Dimitri e ele acaba por lhe revelar que a professora Karp tinha razão e que ele continua apaixonado por ela e BUM! ... o resto já dá para imaginar.
Claro que depois há o problema Adrian Ivashkov. Eu adoro o Adrian, mas para mim foi sempre Rose e Dimitri e não Rose e Adrian, mas como é óbvio fiquei com pena do rapazinho, porque ele estava mesmo apaixonado por ela. Tão apaixonado ao ponto de lhe dizer que ela lhe destruiu a vida e no fim acaba por deixar de lhe falar.
E no meio desta história toda temos a Lissa a concorrer ao lugar de rainha. Acho que é mais do que óbvio que ela ia ser eleita rainha, por isso, acho que não foi grande surpresa, quando, depois de ter sido baleada pela Tasha (quando a Rose revela que foi ela quem matou a rainha, ela passasse dos carretos) e ficado em risco de morte, a Rose acorda e descobre que a Lissa é a nova rainha dos Moroi.
Para mim esta é uma saga que vai deixar imensas saudades, mesmo com a chegada de um spin-off. Mas sejamos sinceros, um spin-off não é a mesma coisa, o original será sempre o original.
E tal como já tinha dito, inconscientemente, estava a tentar prelongar o mais possivel a chegada ao fim do livro, porque isso significa "adeus Rose e Dimitri".
E antes de terminar, tenho apenas a dizer que fiquei completamente apaixonada por um novo casal; Janine Hathaway e Abe Mazur. Para quem não sabe, estes são os pais da Rose. Eu adorei o Abe nos últimos livros e depois deste, ele tornou-se o meu herói (okay, é um pouco exagerado, mas dá para perceber a ideia).
E é com muita pena minha que digo adeus a uma das minhas sagas preferidas.


Sinopse;
Rose Hathaway não gosta de se sentir enjaulada, mas a cadeia faz isso com você. O que realmente a incomoda é que ela não fez isso, ela não matou a Rainha Tatiana. Mas diga isso para a multidão de Morois e Dhampirs – meio vampiros – como ela, que se reuniram para o funeral… e pedem seu sangue.


Last Sacrifice é o ultimo livro na épica série vampirica de Richelle Mead. E ela guardou o melhor para o final. Assassinato… amor… ciúmes. Tudo reunido nesse último capítulo, quando Lissa, melhor amiga de Rose, enfrenta inimigos que não querem vê-la no trono.

Quando Rose é resgatada da prisão pelo seu verdadeiro amor, Dimitri, o tempo é essencial. Ela precisa provar sua inocência e salvar sua amiga, mesmo que isso signifique fazer o último sacrifício.

book #55 - cinzas

Tenho que me lembrar de nunca terminar de ler um livro desta saga antes de ir dormir, porque sinceramente, apesar de estar cheia de sono, ao chegar ao fim do livro, ontem à noite, estava completamente desperta e ansiosa por ler o seguinte (que infelizmente ainda não há em português).
Com o passar do tempo as sagas têm tendência a perder qualidade e nada na história surpreende, mas curiosamente tal não se passa na saga Laços de Sangue. A autora consegue manter-nos interessados na história, mesmo que os acontecimentos mais relevantes apenas aconteçam já para o fim do livro. Ai aqueles twists, isso sim é que eu chamo surpreender o leitor.
Sim, porque há twists e twists e acho que nunca li nada que apresentasse algo tão inesperado como nos livros da Jennifer Armintrout. Óbvio que não os vou contar aqui, porque senão estraga-se a surpresa. Juro que fiquei uns bons cinco minutos a olhar para o livro feita monga tal foram as surpresas.
E aquele Max? Juro que simpatizei com o rapaz desde o inicio, mas depois deste livro tenho a dizer que gosto ainda mais dele.
Claro que, tal como aconteceu com o livro anterior, o livro está escrito na primeira e na terceira pessoa, mas tal é justificado, porque senão não se percebia como deve de ser a história.
Também é de louvar o afastamento do casal principal para dar lugar a um novo casal. Claro que adoro o Nathan e a Carrie, mas torna-se um pouco cansativo a história girar sempre em torno das mesmas pessoa.
É mais do que óbvio que recomendo este livro, bem como os anteriores.


Sinopse;
Ser vampiro é uma questão de vida ou de morte.
Quando fui iniciada tinha apenas de me preocupar com a minha sobrevivência, mas agora estou envolvida numa batalha pela sobrevivência da raça humana — e tudo parece estar definitivamente contra mim.
A sede do Movimento Voluntário de Extinção de Vampiros foi destruída e o seu medonho animal de estimação, o Oráculo, anda à solta. Nada o poderá impedir de transformar o mundo num paraíso de vampiros, mesmo que isso signifique ajudar o Devorador de Almas a tornar-se num deus, aproveitando o poder para os seus propósitos malignos.
Um vampiro antigo, um semi-deus bebedor de sangue. Ah, é verdade, o meu anterior progenitor, agora humano, também está envolvido. Eles que venham! E que vença o melhor monstro.

book #55 - as crónicas de nárnia: o sobrinho do mágico

Enquanto que a maioria das pessoas leu esta saga quando criança/adolescente, eis que nunca tal me ocorreu e como adorei os filmes, decidi que era mais do que tempo de me embrenhar no mundo literário de Nárnia. E posso dizer que não fiquei minimamente desiludida.
Os filmes iniciam-se a partir do segundo volume, o que, depois de ter lido o primeiro, acho estranho, mas não muito fora do contexto.
O Sobrinho do Mágico explica como surgiu Nárnia, como é que o mundo encantado foi criado e como é que se iniciaram as viagens entre o nosso mundo e o mundo mágico.
Com uma escrita descontraída, é quase como se alguém nos estivesse a contar um história (okay, estão, mas é algo bastante diferente), é como se estivessemos na conversa com alguém e ele nos contasse a aventura de um pequeno rapaz e as suas viagens através dos mundo paralelos ao nosso.
Básicamente, a capa do livro resume a historia em si; os aneis amarelos e verdes que permitem viajar para um bosque que é o ponto intermédio entre os mundos, onde se encontram vários lagos que são os portais para esses mesmos mundos; o Leão, Aslan, criador de Nárnia e da maioria dos seus habitantes; as árvores, algo bastante importante para a historia, uma vez que é plantada uma arvore em Nárnia para a proteger do mal e também é plantada uma árvore em Londres, que mais tarde é utilizada para fazer o guarda fatos que se torna um portal para Nárnia.
Não esperem encontrar um clássico complexo e extenso, porque não é essa a intenção do autor, mas irão encontrar um mundo mágico, que nos dá vontade de ser crianças novamente.
E quando há alguma falha na descrição dos cenários e acção, há sempre as ilustrações que acompanham a história.


Sinopse;
Este clássico de literatura infantil escrito em 1955 por C. S. Lewis e ilustrado por Pauline Baynes é o primeiro de sete volumes que compõem «As Crónicas de Nárnia» e que dão início a uma nova colecção da Presença com o mesmo nome. Neste livro, Digory e Polly conhecem-se e tornam-se amigos num frio e chuvoso Verão em Londres. Os dois irão viver fantásticas aventuras quando o maléfico tio de Digory, Andrew, que pensa ser um mágico, os manda repentinamente para outro mundo. Acabam por encontrar o caminho para Nárnia, um mundo encantado repleto de um sol radiante, de flores e árvores que crescem miraculosamente e de animais falantes, criado através da canção de Leão… Uma história inesquecível, que nos mostra como começou o glorioso nascimento de Nárnia. Uma obra que vai apaixonar miúdos e graúdos, amplamente conhecida do público em geral.

book #54 - o vampiro

Definitivamente não se trata do género de livros que gosto. Sendo fã assumida de romance, As Crónicas dos Imortais está mais direccionadas para a violencia, o que faz com que me custasse imenso ler o livro.
Ponto positivo; a escrita. De fácil leitura, mas sem cair no habitual de hoje em dia.
Que posso mais dizer? Sinceramente, nem sei, porque não foi um livro que adorei, mas também não o detestei ao ponto de dizer que é mau e não o recomendo.
Digamos que foi uma experiência diferente.

Sinopse;
O inquisidor Domenicus ordena a morte de Andrej, Frederic e do sanguinário mercador de escravos Abu Dun. E cada um deles vai-se tornar uma vítima do conde Drácula, pois todos procuram a imortalidade e assim, o vampiro que existe dentro de Andrej começa a despertar... Depois de O Abismo, chega agora o tão aguardado 2º volume das Crónicas dos Imortais.

book #53 - o beijo da meia-noite

Antes de dizer o que quer que seja sobre o livro em si, devo de salientar a carta que se encontra no inicio do livro, onde a autora fala sobre a tradução da saga para português. Não sei porquê, mas dá um ar de quem se preocupa (mesmo que não tenha sido ela a escrever a carta, o que não me admirava nada).
O livro ... sem nunca ter lido nada desta autora, consegui sentir uma nostálgia imensa. E perguntam vocês porquê. Bem, esta saga poderia fácilmente completar a saga da Irmandade da Adaga Negra, da J. R. Ward. Os principios são os mesmos, cada livro (em inglês já sairam dez) fala sobre um guerreiro, há uma querela entre vampiros bons e vampiros maus (no caso dos livros da J. R. Ward são os minguantes). Mas ao ler O Beijo da Meia-Noite reparei em algo que afasta imenso estas duas sagas; o passado. A autora pouco refere o passado da personagem, o que origina que haja dificuldade em no relacionarmos com ela. Eu não senti qualquer ligação ás personagens, porque as achei tão distante e pouco interessantes. Ela fala do passado, mas é um vislumbre rápido, pouco esclarecedor. Já na Irmandade da Adaga Negra não, é exactamente o contrário; com a história do presente, mistura-se o passado para compreender e criar uma ligação com a personagem.
Eu sei que comparo imenso as coisas, mas é-me impossivel fazer o contrario, porque enquanto lia a unica coisa que me vinha a mente era; "Wrath e Beth". É que os guerreiros são praticamente identicos.
Wrath - Lucan
Rio - Tohr
Tegan - Zsadist
Dante - Rhage
Conlan - (não me lembro do nome do guerreiro, mas básicamente, era o pai da Beth)
Eu gostei do livro, mas as semelhanças são imensas, apesar de a escrita de Lara Adrian ser muito mais trabalhada do que a de J. R. Ward, bem como é mais descritiva, sendo capaz de dar os mais pequenos pormenores sobre os locais e a aparencia das personagens.
E que venha o próximo livro, porque sem duvida que fiquei curiosa por o ler.


Sinopse;
Gabrielle Maxwell, uma reconhecida artista de Boston, celebra o êxito da sua última exposição exclusiva. Entre a acalorada multidão, sente a presença de um sensual desconhecido que desperta nela as fantasias mais profundas. Mas nada relacionado com essa noite nem com esse homem é o que parece. À saída, Gabrielle presencia um homicídio e, a partir desse momento, a realidade converte-se em algo escuro e mortífero, e ela entra num submundo que nunca soube que existia, habitado por vampiros urbanos.
Lucan Thorne é um vampiro, um guerreiro da Raça, que nasceu para proteger os seus - assim como os humanos que com ele coexistem - da crescente ameaça dos vampiros renegados. Lucan não pode correr o risco de unir-se a uma humana, mas quando Gabrielle se converte no alvo dos seus inimigos, não tem escolha e é forçado a levá-la para esse outro mundo que lidera, no qual serão devorados por um desejo selvagem e insaciável. Nos braços do formidável líder da Raça, Gabrielle irá enfrentar um extraordinário destino de perigo, de sedução e dos mais sombrios prazeres...

book #52 - seduzida

Acho que já disse isto, mas volto a dizer; a saga Casa da Noite tem um boa história, mas escrita é abominável.
Depois de seis livros é como se a escrita perdesse completamente a qualidade, de livro para livros.
Para mim o livro é um simbolo de cultura. Para além de contar uma história também deve de ter uma escrita, no minimo, razoável.
O que se passa com os livros da CdN é que tenta chegar a um público mais juvenil e para isso tenta utilizar uma linguagem que os jovens usam, tenta utilizar calão.
Desculpem-me, mas por mais desculpas que tentem dar para a linguagem utilizada nos livros é-me dificil aceitar o que quer que seja. Para mim, a partir do momento em que leio a pseudo palavra "beca" (sim, como em "espera uma beca") num livro algo está completamente errado. É que há lá palavras que eu nunca vi na minha vida, as autoras chegam ao ponto de as inventar.
E depois a sensação que dá é que para o livro não parecer assim tão "inculto" há palavras que nenhum adolescente usa. É como se tivessem escrito e depois fossem ao dicionário procurar alternativas mais cultas para dizerem uma coisa que seria bastante simples de escrever.
Pode parecer que não, mas tenho um enorme carinho por esta saga. Foi quando li o primeiro livro, Marcada, que a minha febre pela leitura começou, mas há que ser sincera. Talvez seja apenas o carinho que nutro pela saga que me faz continuar a ler os livros, mesmo eles sendo tão maus a nível de escrita.
Verdade seja dita, é uma boa história, com reviravoltas fantásticas e vê-se que há um esforço a nível de pesquisa (ligações mitológicas, antigas lendas, ...) mas a má escrita estraga por completo uma saga que poderia ser espectacular. Não acho que seja necessário o livro estar escrito qual Carmilla ou outro grande clássico, mas deveria de haver um melhor controlo na escolha das palavras a usar.


Sinopse;
Num mundo igual ao nosso mas onde os vampyros não só existem como são tolerados, A Casa da Noite é uma escola de referência. Um local cheio de perigos e segredos onde os jovens marcados têm dois destinos: ou se transformam em vampyros ou morrem destroçados.
Zoey Redbird é uma das melhores alunas e foi escolhida pela deusa Nyx para um grande destino. Mas como se não bastassem todas as invejas de que é alvo, agora enfrenta desafios cada vez mais difíceis: para além de ter de lidar com três rapazes que disputam os seus afetos, (sendo um deles um Guerreiro destinado a proteger Zoey e a sentir as suas emoções), também terá de enfrentar as forças negras que despertam nos túneis sob Tulsa.
Estranhas visões avisam Zoey de que deverá resistir aos encantos de Kalona, e também mostram que apenas ela terá o poder de travar esse imortal maléfico. Cedo se torna claro que Zoey não tem escolha: se não se render a Kalona ele vingar-se-á sobre os seus amigos mais próximos e a família. Terá Zoey Redbird a coragem para arriscar perder a sua vida, o seu coração e a sua alma?