quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

nails #44

Risqué; "Lapis Lazuli"
Claire's; "Star Glitter"

blackberry.

Eu e as tecnologias não somos lá muito grandes amigas, por isso talvez nunca tenha sido "vaidosa" em relação a telemoveis, computadores e afins.
Mas sempre quis ter um Blackberry. Não me perguntem porquê, mas é essa a verdade. E como o meu querido amigo telemovel está a dar as últimas, comecei a minha pesquisa, mas desta vez focada nos Blackberry e não no telemóvel mais barato em que pudesse colocar as mãos.
E eis que encontrei um com um preço acessível. A minha pesquisa deu frutos quando na Segunda Feira passada fui até ao site da Vodafone e descobri a fantástica promoção "I Love Mondays". Pelos vistos todas as Segundas Feiras a loja online da Vodafone escolhe um ou dois telemóveis e baixa os preços e acrescenta um ou outro acessório. O Escolhido desta semana foi o meu querido Blackberry. Menos 30 euros, uma capa protectora e um cartão de memória de 2GB.
É que nem esperei mais, falei com o meu pai e cinco minutos depois a encomenda estava feita.
Agora tenho é que aprender a mexer naquilo, porque, tal como disse, eu e as tecnologias não nos entendemos lá muito bem.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

óscares 2012 - vencedores

E foi-se ... mais uma noite de Óscares e tenho a dizer que até bati palmas (okay, não foi uma ovação em pé porque estava tudo a dormir e tal). Concordei com a maioria dos prémios, tive algumas surpresas, enfim ... o cinema volta a recuperar um pouco da sua magia.
Vamos aos vencedores?
Melhor Filme
The Artist

(sem surpresas, mas na minha opinião nunca será o melhor filme do ano, longe disso. A Invenção de Hugo deveria de ter levado o Óscar)

Melhor Realizador
Michel Hazanavicius por The Artist

(lá está, era mais do que previsivel, mas na minha opinião o senhor Scorsese teria levado o prémio)

Melhor Ator
Jean Dujardin por The Artist

(dos nomeados, este era realmente o que mais merecia o prémio)

Melhor Atriz
Meryl Streep por The Iron Lady

(ainda havia dúvidas?)

Melhor Ator Secundário
Christopher Plummer por Beginners

(muito bem entregue e adorei o discurso dele, foi preciso ir um veterano ao palco para os produtores do espectáculo pararem de cortar a palavra ás pessoas que iam receber os prémios)

Melhor Atriz Secundária
Octavia Spencer por The Help

(sem surpresas, bem merecido e ... não percebi metade do que ela disse, por causa da emoção, dela, não minha)

Melhor Argumento Original
Midnight in Paris por Woody Allen

(não sou fã do senhor, mas adorei o filme e não esperava outra coisa)

Melhor Argumento Adaptado
The Descendants

(não li os livros dos filmes que estavam nomeados para esta categoria, mas não achei que o filme vencedor fosse grande coisa, mas lá está, a minha opinião nesta categoria vale de pouco, porque não li os livros)

Melhor Filme de Animação
Rango

(weeeeeew ... estava a torcer pelo Rango ou pelo Puss in Boots, por isso ...)

Melhor Direção Artística
Hugo

(again, um prémio bem entregue)

Melhor Fotografia
Hugo

(estava a torcer pela A Invenção de Hugo, mas estava indecisa entre esse e o Millnnium 1)

Melhor Guarda Roupa
The Artist

(sendo que a parte artística do filme é algo em que gosto de acreditar que até sei um pouco, fiquei bastante chocada com este vencedor. o meu voto ia para o Anónimo)

Melhor Documentário
Undefeated

(não vi os documentários desta área)

Melhor Edição
The Girl with the Dragon Tattoo

(não sou nenhuma especialista nesta área, nem tão pouco grande apreciadora, mas acho que foi bem entregue)

Melhor Filme Estrangeiro
A Separation (Irão)

(um dos filmes que não vi, assim como todos os que estavam nesta categoria)

Melhor Maquilhagem
The Iron Lady

(tinha uma forte concorrência, mas eu estava a fazer figas para que ganhasse)

Melhor Banda Sonora
The Artist por Ludovic Bource

(bem merecido, sim senhora)

Melhor Canção Original
Man or Muppet - The Muppets

(não percebi porque é que só duas musicas estavam nomeadas, mas das duas, esta é a melhor, sem dúvida)

Melhor Edição de Som
Hugo

Melhor Mistura de Som
Hugo

Melhor Efeitos Visuais
Hugo

(gostei dos efeitos visuais, mas foi uma surpresa, porque sinceramente, esperava que fosse outro filme o escolhido)

Melhor Filme de Animação (Curta-metragem)
The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

Melhor Curta-Metragem
The Shore

Melhor Documentário (Curta-metragem)
Saving Face

sábado, 25 de fevereiro de 2012

a invenção de hugo.


E a contagem decrescente para os Óscares começou.
Em comparação ao ano passado tenho a dizer que já vi quase todos os filmes antes da cerimónia e os que não vi foi porque não consegui arranjar.
Sinceramente, a minha opinião vai contra os chamados "favoritos", mas prontos, não sou eu quem escolhe os vencedores, porque senão o senhor Martin Scorsese vinha para casa com a maioria dos prémios, incluindo o de Melhor Filme, mas já toda a gente sabe que isso não vai acontecer.
E porque que é que, na minha opinião, ele viria para casa com o Óscar de Melhor Filme? Bem, "Hugo" é, dos filmes nomeados, o melhor e ... fez-me acreditar novamente na magia do cinema.
Não é segredo nenhum que depois de ter entrado para a faculdade o cinema perdeu grande parte da sua magia e há muito que não via um filme que realmente me impressionasse e fosse capaz de mexer com a minha imaginação.
Fui ver o filme com uma ideia errada dele, nunca pensei que a história se inspirasse na origem do cinema.
E sim, "O Artista" é um filme revolucionário, como já tinha dito, foi preciso coragem para nos dias de hoje realizarem um filme mudo, mas a verdade é que é uma cópia do "Singing in the Rain" e nada naquele filme é inspirador (again, a coragem dos envolvidos no projecto é inspiradora, mas o filme em si, não).
Por esse motivo acredito que se "O Artista" ganhar o Óscar de Melhor Filme será apenas por esse motivo, um prémio para a coragem dos envolvidos no filme.
Para mim, um filme é bom quando consegue tocar nas pessoas, inspirar. "Hugo" encaixa-se nessa categoria, porque eu há três anos que não sentia a "magia" do cinema e ver que apesar da banalidade e rotina em que a sétima arte caiu ainda há realizadores que conseguem fazer filmes e maravilhar o publico, que conseguem convencer alguém que o cinema ainda têm algo mais para oferecer, isso para mim é de louvar.
Senhor Scorsese, obrigado e continue com o óptimo trabalho, porque o senhor merece uma grande vénia por continuar a inspirar as pessoas. E há que admitir, nem toda a gente conseguiria fazer com o Sacha Baron Cohen se distanciasse tanto do seu típico Borat e Bruno.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

book #113 - lover mine

Dizer que gostei e que ao mesmo tempo fiquei furiosa com este livro, é pouco.
A verdade é que pouco ou nada tenho a dizer em relção ao casal principal, John e Xhex, porque a história é sempre a mesma, saindo pouco do habitual da saga. Esperava mais? Sim, muito mais, afinal é o John e a história dele e da Xhex já vem sendo construida desde o livro do Rhage (ou do Zsadist?).
No final do livro do Rehv a Xhex foi raptada pelo Lash e a primeira coisa que me veio á mente quando comecei a ler este livro foi "Bella & Zsadist all over again". Não estive muito longe disso, apesar do John não ser uma personagem tão violenta quanto o Z. E talvez sejam as semelhanças entre os dois livros que me fez achar o livro tão desinteressante e interessante ao mesmo tempo. Não é segredo nenhum que, apesar de o Z não ser a minha primeira escolha como personagem preferida (cofcofvishouscofcofqhuinncofcof), o livro dele continua, até hoje, a ser o meu preferida em toda a saga.
E depois temos as relações entre as personagens. E há tantas falhas a esse nível que nem sei se vou conseguir enumerar todas.
A Beth e o John, esse foi o enorme falhanço do livro. Eles são meios-irmãos e a relação deles não foi muito aprofundada nos livros anteriores e acho que, sendo o livro do John, a autora deveria de ter aprofundado mais isso. No decorrer do livro eles nunca estão juntos, a Beth nunca vai confortar o irmão, é quase como se fosse estranhos. E depois, como obra do espírito santo, eles vão comprar um colar para o John oferecer á Xhex.
Depois temos a relação do Qhuinn e Blay com o John. Nos livros anteriores vemos o trio sempre junto e neste isso é quase uma miragem. É como se eles não passassem de simples camaradas e por mero acaso lutam lado a lado e nada mais.
As relações existentes nos livros anteriores parecem desaparecer neste livro e essa é, na minha opinião, a maior falha do livro.
Depois das relações existentes/inexistentes, temos a história de dois jornalistas que aparece completamente desconectada da história da irmandade e é aí que a autora ganha pontos. A história desses dois jornalistas, que estão a investigar uma pousada assombrada, não tem nada de mais e muito menos é interessante, mas deixa uma pessoa intrigada. Quer dizer, estamos a ler uma história de vampiros e ali no meio aparece uma equipa de jornalistas a perseguirem fantasmas ... o que raio tem uma coisa a ver com a outra? Será que o gajo (é um casal) vai ser o novo vilão? Será que a história não tem nada a ver com a saga e foi apenas inserida no livro para o leitor dar cabo dos neurónios a pensar o que raio tem uma coisa a ver com a outra e no fim não ser nada? Yup, eu pensei nisso, porque á medida que me aproximava do final do livro (a cerca de 10 páginas do final do livro, mais coisa menos coisa) e o mistério ainda estava por resolver. Mas era ... era algo.
Bem, no livro do Rehv, a Xhex afirma que teve um amante que por acaso era um membro da Irmandade, Murhder, e que se passou quando descobriu que ela era Sympath e tentou resgatá-la da colónia. Oras, o dito fantasma é nem mais nem menos que o nosso amigo Murdher. O que me leva a pensar "ora mais um irmão, mais um livro".
E juro que o suspence fica todo por aqui. Ao longo do livro é-nos apresentada passagens da vida do Darius, o pai do John, e ele e o Tohr salvam uma vampira que acaba por aparecer grávida de um Sympath. Nenhuma surpresa, porque acho que é demasiado óbvio quem é o bebé.
Ponto positivo; a mudança na Xhex. Pela primeira vez ela é apresentada como uma personagem com sentimentos, vúlneravel ... capaz de amar e ser amorosa. Mas quando é para dar uma carga de porrada em alguém, ela volta a ser a Xhex que se vê nos livros anteriores. E passa o livro sempre nessas transições, o que estranhamente até gostei.
E agora as restantes personagens ...
Eu juro, mas é que juro mesmo, que se a senhora Ward não juntar o Qhuinn e o Blay, eu deixo de ler os livros e encarrego-me pessoalmente de estraçalhar o Saxton e a Layla. Sim, porque aposto que serão eles os motivos mais óbvios para aqueles dois não ficarem juntos.
Confesso, eu gostei do Saxton quando ele foi apresentado no "Lover Avenged", mas não gostei do Saxton que encontrei neste livro e não, não foi por o Blay ter perdido a virgindade com ele. O Saxton é-nos apresentado, neste livro, como uma personagem desavergonhada e ... vá, á falta de melhor palavra, atiradiço. Demasiado atiradiço. Não gostei.
A Layla ... bem, nunca foi uma personagem que me chamasse a atenção e quando o fazia, era pelas piores razões. Básicamente não há outra palavra para a descrever que não seja "prostituta". Primeiro, queria ir para a cama com o Rhage, depois com o Phury e agora ... surpresa ... com o Qhuinn. Pergunto-me quem se seguirá quando o Qhuinn lhe der com os pés.
Mas ... e obrigado senhora Ward ... ela criou ali momentos bastante bons entre o Qhuinn e o Blay e tenho a dizer que adorei quando o Qhuinn ficou todo possessivo com o Blay, porque ele ia ter um encontro com o Saxton, e acabou por se "chibar" todo e deixou que o seu aroma de macho acasalado fluísse ... POR CAUSA DO BLAY!!!!
Eu espero bem que ela junte aqueles dois e o mais rápido possivel, porque a saga está mais do que a perder o interesse e a maioria dos fãs (como tenho andado a descobrir) está a deixar de ler a saga.
E prontos, o livro seguinte desta saga é o da Payne e ... não tenho qualquer curiosidade de o ler. Verdades é para se serem ditas e da maneira que a saga está a perder qualidade, eu até tenho medo dos livros seguintes.

Sinopse;
John Matthew has come a long way since he was found living among humans, his vampire nature unknown. Taken in by The Brotherhood, no one could guess what his true history was-or his true identity.
Xhex has long steeled herself against the attraction to John Matthew. Until fate intervenes and she discovers that love, like destiny, is inevitable.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

wicked nights

Como se eu já não tivesse demasiado histérica por causa da noticia da senhora Sherrilyn Kenyon, eis que a senhora Showalter ficou com inveja e decidiu lançar mais uma bomba;
O spin off da saga Senhores do Submundo saí a 26 de Junho e o primeiro da lista é o fofinho do Zacharel.
Estas senhoras não têm mesmo consideração nenhuma pela minha necessidade de dormir, então vão lançando estas bombas.
Anyway, fica aqui a sinopse do próximo livro da senhora Showalter (que, tenho que referir, não é do meu querido Torin)!

Sinopse;
Leader of the most powerful army in the heavens, Zacharel has been deemed too dangerous, too ruthless, and if he isn’t careful, he’ll lose his wings. But this warrior with a heart of ice will not be deterred . . . until a vulnerable human tempts him with a carnal pleasure he’s never before known.

Accused of a crime she did not commit, Annabelle Miller has spent four years in an institution for the criminally insane. Demons track her every move, and their king will stop at nothing to have her. Zacharel is her only hope for survival, but is the brutal angel with a touch as hot as hell her salvation—or her ultimate d***ation?

Dark Hunters e Crónicas de Nick vão para o grande e pequeno ecrã!!!!!


OMFG!!!!!!!
UM FILME? UMA SÉRIE? OHMYFUCKINGOD!
Eu sei que parece estúpido mas estou quase a chorar de tão embasbacada que fiquei quando vi o video.
OHMYFUCKINGAMAZINFGOD!
Eu ia fazer a review do livro da Ward e afins, mas neste momento eu não consigo fazer mais nada a não ser pular de alegria, por isso ...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

parece alguém que eu conheço ...

maroon 5 ... eu vou!

E já está cá em casa o meu bilhete. Okay, ele está cá em casa desde Quinta Feira, mas prontos.
Nem acredito que ao fim de tantos anos vou finalmente ver Maroon 5 ao vivo.

they're here!!!!!

Estou feliz da vida. Hoje chegou cá a casa o livro da Gena Showalter e o da Ward e ontem fui com a Lau á FNAC e acabei por comprar o "Sangue Quente".
Livrinhos, livrinhos, livrinhos ...

sábado, 18 de fevereiro de 2012

book #112 - lover avenged

Depois de tantos livros que li desta senhora, este não me apresentou nada de novo ... a não ser sexo pelo telefone. Okay, dito assim parece outra coisa, mas prontos. A verdade é que não há muito por onde variar nas cenas mais eróticas, porque os autores não querem ser muito puritanos, mas também não querem ser muito desavergonhados. A senhora Ward decidiu variar um pouco e acrescentou uma cena de sexo por telefone entre o Rehv e a Ehlena. Tirando o isso, o livro é mesmo de sempre, o tipico da Irmandade da Adaga Negra.
Algo que notei no livro do Phury e volta a repetir-se neste é que a autora dá mais importância as outras histórias do que ao casal principal e por muito que goste que as coisas não se centre apenas no casal principal, há limite para tudo e neste caso chega a ser um exagero.
Por esse motivo, decidi ir pelos pontos de vista presentes neste livro.
Wrath. Sim, a autora volta a recorrer a esta personagem e por muito que adore o rei vampiro, o livro dele já foi editado e a presença dele no livro Lover Avenged é tão reforçada que chega quase a ofuscar as personagens principais.
O rei mete-se em sarilhos por decidir sair de trás da secretária, arregaçar as mangas e matar uns minguantes. Acaba por ser descoberto e têm problemas com a rainha. Problemas no casamento e como se não bastasse, há uma plano para o assassinar e ele acaba por ficar cego (não como consequência do dito plano).
Confesso que sempre tive curiosidade por ler algo mais sobre as personagens que já tiveram o seu próprio livro, porque a autora dá-lhe o "final feliz" e depois nunca mais recorre a elas, mas também chega a ser um exagero a importância que o Wrath tem neste livro, porque é-lhe dada mais importância do que ao Rehv ou á Ehlena que são as personagens principais.
Depois temos o Lash. Nunca gostei da personagem, nem mesmo das passagens referentes aos minguantes. E neste livro cheguei mesmo a ponderar passar essas partes á frente porque para além de desinteressantes, elas apenas estavam ali para encher chouriços.
A sociedade minguante anda com problemas de dinheiro e como é que o Lash, o novo líder da sociedade, decide resolver isso? Trafico de drogas. Até aí tudo bem, mas que me interessa a mim saber que esta ou aquela transacção correu bem? Quer dizer, bastava escrever que eles estavam a ganhar dinheiro com o tráfico e estava feito, não é preciso meter palha só para o livro ser volumoso. Já para não falar o quão desinteressante chega a ser. Eu chegava ao cúmulo de para de ler quando chegava a essas partes, porque me dava sono e tinha que recuperar energias e vontade de ler. Sim, o Lash tem um papel importante, especialmente no próximo livro da saga, mas que me interessa que ele matou este traficante e comprou um apartamento com um frigorifico cheio de comida? O livro já é extenso, não precisa de palha.
Depois temos a Xhex e o John. Entre estes dois está tudo "normal". Quer dizer, a autora apresenta sempre o casal principal do próximo livro antes deste ser escrito, por isso ... informação essencial e bom desenvolvimento.
A Xhex "destrói" a inocência do John ao tirar-lhe a virgindade, fazendo com que ele se torne um mini Qhuinn, com um vício em alcool.
Gostei bastante de ver a Xhex mais "humana", por estamos habituadas a ver a Xhex como uma bad ass e que não atura merdas de ninguém, mas quando o Rehv desaparece ela fica completamente desnorteada, já para não falar o quão destroçada ela fica quando vê o que o John está a passar.
Por fim, antes do casal principal, temos o Tohr. Nunca foi daquelas personagens que me chamasse a atenção, mas desta vez foi impossivel ... ele vem acompanhado por um estranho anjo que já apareceu no livro anterior, Lassiter. Muitas gargalhadas dei á custa deste anjo. Toda a gente o que ver pelas costas e toda a gente lhe quer dar uma carga de porrada.
A história, supostamente, principal é a do Rehv e da Ehlena. É impossivel uma pessoa não gostar deles. Confesso, a Ehlena está longe de ser a minha personagem feminina preferida, mas depois de se ver o percurso da personagem, é impossivel não se ficar feliz por ela ter o seu final feliz.
O Rehv. Finalmente ... o homem merecia um pouco de felicidade e neste livro é óbvio a vida infernal que ele passou, já para não falar no seu acordo com "a princesa". Que é meia irmã dele. Yup, a senhora Ward esqueceu-se desse pormenor no livro anterior.
Tenho a dizer que se alguém encontrar um homem como o Rehv, encontrou o "el dourado", porque o homem é mesmo uma coisa rara e a história dele é tão trágica como a do Zsadist.
Não posso também deixar de referir o Saxton ... a grande entrada do Saxton que promete abalar o mundo do Blay, o que me faz ansiar por ler o próximo livro.

Sinopse;
Ward powers into hardcover with the tangled seventh title in the Black Dagger Brotherhood series, picking up four months after the end of 2008's Lover Enshrined. Rehvenge, a symphath vampire who gets energy from manipulating others' emotions, is recruited by a group who want to displace vampire king Wrath, a gruff, determined vigilante. Rehvenge is also falling hard for vampire nurse Ehlena, who disdains his affections and focuses on caring for her ailing father. Ward easily juggles numerous personal and political plot lines, keeping the tension revved high while moving forward with subplots that have lingered for several books and will please longtime fans seeking resolution. New readers may be a little lost despite a helpful glossary, but the fast pace and cliffhanger ending will have fans wishing they could start the next book right away.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

qhinn, blay & saxton ... three is a crowd!

Os livros da senhora Ward fazem-me mal. Não estou a brincar, acho que está provado clinicamente e tudo.
Não consigo pousar o raio do livro e quando o faço é como me separar de algo essencial ... eu preciso mesmo de tratamento.
Confesso que o livro Lover Avenged é um pouco melhor que o livro do Phury, mas não é essa a razão que faz com que seja dificil parar de o ler.
O Saxton entrou em cena e quando mais rápido terminar este livro, mais rapido será pegar no próximo livro, que é o do John, e descobrir um pouco mais da história do Qhuinn e do Blay.
O Saxton já apareceu neste livro e vai causar estragos. O rapaz mal aparece e sente-se logo atraido pelo Vishous, por isso, quando ele e o Blay se encontrarem até vão voar faíscas.
E ainda bem que não esperei pelos livros em português, porque o próximo livro a ser lançado será o Inside Guide, o que faz que só daqui a um ano sai o livro do Rehv (Lover Avenged), o que faz com que o livro do John seja lançado apenas daqui a ano e meio. EU NÃO AGUENTARIA TANTO TEMPO!!!!!!!!
Por isso ... é isso. Vou continuar a ler, porque ainda tenho umas 300 paginas pela frente e elas têm que estar lidas até amanha.
Senhora Ward, você deixa uma pessoa desesperada.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

nails #41


Cliché; "Sonhos"
Colorama; "Candy Bar"
Essence; "Sweet As Candy"

(as três cores ficam exactamente iguais nas unhas)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

OHMYFUCKINGGOD!

OHMYFUCKINGGOD!
O livro apenas sai no fim do mês, mas acabei de receber um e-mail a avisar que ele já vem a caminho, o que significa que ainda esta semana ele chega cá a casa, o que significa que ou eu acelero as leituras ou ainda esta semana dou em doida.
É o livro do Paris, o livro mais aguardado da saga, apesar de, para mim, o mais aguardado seja o do Torin.
Anyway ... os livros da J.R. Ward são enormes, grandes calhamaços, e eu tenho dois para ler, mas também quero ler o da Gena Showalter mal ele apareça cá por casa.
Por esse motivo, mas também porque quero mesmoooo chegar á parte em que o Blay começa a andar com o Saxton, primo do Qhuinn, vou ter que fazer um plano de leitura e organizar bem o meu tempo. Claro que também ajuda o facto de as encomendas terem abrandado um pouco.
Juro que ás vezes sou a minha pior inimiga. Livros da Ward cá em casa, livros da Gena Showalter a chegares, bem como da Kresley Cole ... eu devia mesmo de começar a pensar em parar de descobrir novas sagas. Tenho ali o primeiro livro da saga da Alexandra Ivy e até tenho medo de lhe pegar ... ainda fico viciada e aí é um Deus me livre.
Se calhar devia de começar a comprar audio-books, assim ao menos não precisava de estar parada enquanto descubro a história. Mas qual seria a piada disso?
Seja como for ... que venha o Paris (e o Kane, porque aposto que vêm mais um pouco do desenvolvimento da história dele) ... eu cá o espero.

books, books, books ...

CHEGARAM!!!!!!!
Andava tão ansiosa para receber os livros da J.R. Ward. Quer dizer, eu ando completamente viciada no Qhuinn e no Blay e no livro do John (Lover Mine) há desenvolvimentos na relação deles.
Tentei convencer-me a esperar para terminar o livro das Cast's antes de pegar nos da Ward, mas foi impossível, já peguei no livro do Rhev e tenho a dizer que começa da melhor maneira possivel.

nails #40


Sally Hansen; " Blue Me Away"

i'm surrender.


Eu sempre fui "apaixonada" por esta senhora. Acho que é daquelas actrizes que levam o trabalho mesmo a sério e que não se deixaram levar pela fama.
Tenho a dizer que se a visse á minha frente lhe faria uma vénia como se ela fosse a rainha de Inglaterra.
Aconselho a ver este filme, não pelo filme em si, porque ele não é nada demais, mas pelo desempenho desta grande senhora.


E depois temos o tão falado filme. Sinceramente, acho que há que aplaudir o realizador e os produtores deste filme, tiveram uma coragem imensa para nos dias de hoje fazerem um filme a preto e branco e, acima de tudo, mudo.
Quando comecei a ver o filme fez-me lembrar o Singing in the Rain e confesso que fiquei assustada, porque muitas vezes lembro-me de coisas que nem ao diabo acorrem. Decidi tirar a prova dos nove e perguntei a um colega se tal também lhe ocorreu. Parece que desta vez acertei e realmente o filme é bastante evocativo do clássico musical.

Para já, a preparação para os Óscares está a correr bem ... vamos lá ver se consigo arranjar os filmes que me faltam.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

anonymous


É simplesmente genial ... pergunto-me porque não está nomeado para o Óscar de melhor filme.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

book #111 - lord of the vampires

Posso dizer que adorei sem que seja suspeito? É que adorei mesmo.
Antes de mais tenho que explicar no que este livro se insere. Quatro autoras criaram quatro irmãos e inseriram nas suas historias contos infantis e eis que nasceu The Royal House of Shadows.
Este é o primeiro livro da saga e começou lindamente. A historia de Nikolai e Jane é inspirada na história de Alice no País das Maravilhas, mas algo me diz que não foi apenas essas história que inspirou este livro. Portanto, off records, digamos que é umas espécie de Alice no País das Maravilhas, encontra Acheron e junta uma pitada de Gena Showalter. Sim, Acheron de Sherrilyn Kenyon. Porquê a minhas suspeita? Porque o Nikolai é-nos apresentado como um escravo sexual, tal como o Ash. E tenho a dizer que adorei a junção que a senhora Showalter fez.
Claro que não podia faltar a escrita bem humorada da autora, que é uma das caracteristicas que mais adoro nos livros dela. Desta vez ela aproveitou e fez ali umas piadinhas relacionadas com a saga Twilight e graças aos santos por isso, porque me fez rir bastante.
O que posso dizer? Gena Showalter no seu melhor e estou ansiosa pelo próximo livro da saga, escrito pela Jill Monroe e que faz referência ao conto da Rapunzel.

Sinopse;
Once upon a time…the Blood Sorcerer vanquished the kingdom of Elden. To save their children, the queen scattered them to safety and the king filled them with a need for vengeance. Only a magical timepiece connects the four royal heirs…and time is running out.

Nicolai the Vampire is renowned for his virility, but in a cruel twist of fate “The Dark Seducer” has become a sex slave in the kingdom of Delfina—stripped of his precious timepiece and his memory. All that remains is a primal need for freedom, revenge—and the only woman who can help him.

When the wanton vampire summons Jane Parker, she is helpless to obey. She's drawn to his dark sexuality and into his magical realm. But for this human, all is not a fairy tale. For saving Nicolai could mean losing the only man she's ever craved...

book #110 - no rest for the wicked

Gosto de dar uma segunda oportunidade a todos os autores e esta não foi excepção e ainda bem. Depois de ter lido o primeiro livro da saga fiquei um pouco apreensiva, porque em Desejo Insaciável a autora foca-se imenso nas partes eróticas da história, o que faz com que história em si seja deixada de lado. Neste livro não, é completamente diferente.
Confesso que inicialmente dei uma segunda oportunidade a esta saga porque a personagem Nix aparece nos livros da Gena Showalter, por isso estava curiosa e tendo em conta que ambas as autoras são grandes amigas, a curiosidade aumentou.
Como disse, a autora explora mais a vertente da história do que as cenas eróticas, mas nem por isso o livro deixa de ter aquela pitada sexy, digna de comparação com Sherrilyn Kenyon, J.R. Ward e Gena Showalter.
Gostei bastante de ver que á medida que a história ia avançando as personagens também iam mudando. Sebastian passa de um vampiro deprimido a ansiar pela morte a um vampiro determinado e confiante, enquanto que Kaderin passa de uma Válquiria forte e decidida a uma Válquiria compreensiva e dominada pelos seus sentimentos. A pouco e pouco Sebastian começa a tornar-se a personagem dominante e a Kaderin passa a ser a heroína apaixonada.
Também nos é apresentado um vislumbre da história de Bowen, que é a personagem principal do próximo livro. Tal como eu gosto.
O primeiro livro da saga assusta qualquer um, mas ainda bem que dei uma segunda oportunidade porque é mesmo o género de livro que eu gosto.
E tal como suspeitava, a tradução para português engana imenso, uma vez que a escrita da autora é bem mais complexa do que imaginava. Ela chega ao pormenor de escrever as falas das personagens conforme as suas origens. Por exemplo, Bowen é escocês e isso nota-se nas suas falas, mesmo que a autora não referisse a sua origem.

Sinopse;
A soldier weary of life . . .

Centuries ago, Sebastian Wroth was turned into a vampire -- a nightmare in his mind -- against his will. Burdened with hatred and alone for ages, he sees little reason to live. Until an exquisite, fey creature comes to kill him, inadvertently saving him instead.

A Valkyrie assassin dispatched to destroy him . . .

When Kaderin the Cold Hearted lost her two beloved sisters to a vampire attack long ago, a benevolent force deadened her sorrow -- accidentally extinguishing all of her emotions. Yet whenever she encounters Sebastian, her feelings -- particularly lust -- emerge multiplied. For the first time, she's unable to complete a kill.

Become competitors in a legendary hunt.

The prize of the month-long contest is powerful enough to change history, and Kaderin will do anything to win it for her sisters. Wanting only to win her, forever, Sebastian competes as well, taking every opportunity -- as they travel to ancient tombs and through catacombs, seeking relics around the world -- to use her new feelings to seduce her. But when forced to choose between the vampire she's falling for and reuniting her family, how can Kaderin live without either?

r.i.p. whitney houston

Primeira reacção? Olhar para o calendário para me certificar que não era dia 1 de Abril.
Não sou grande fã da senhora, mas não posso negar o vozeirão dela, o talento e as musicas que toda a gente conhece de trás para a frente, mesmo que não o queira admitir. 
Enfim, mais uma grande voz foi silênciada.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

this is SPARTACUS!!!!!


Há imenso tempo que não passava a noite toda acordada e eu que estava tão agradecida por isso.
Fiquei tão ansiosa por finalmente ter encontrado links para sacar os filmes nomeados para os Óscares que o sono desapareceu e como consequência passei a noite de ontem a ler, sacar filmes e a ver Spartacus.
Okay, não foi nenhuma maratona de Spartacus, porque ainda só tenho dois episódios, mas mesmo assim ... há imenso tempo que não vejo séries e tenho a dizer que elas se acumularam aqui no portátil.
Anyway ... quanto ao Spartacus. Estranha-se e depois entranha-se. Quem vê a série está habituado ao Spartacus do Andy Whitfield e no novo actor é completamente diferente e não me estou a referir em termos de aparência. O antigo Spartacus era mesmo distante e quase impossivel de o imaginar a criar uma ligação com outra personagem e o novo senhor (que é muito jeitoso, diga-se de passagem) é mais acessível e uma pessoa consegue sentir mais simpatia por ele. Enfim ... modos diferentes de actuar. E tenho a dizer que gostei bastante.
Tudo isto para dizer que estou cansada, ainda tenho que fazer duas reviews dos dois últimos livros que li e a vontade é zero.
Haja paciência.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

silêncio de becca fitzpatrick

Em Março de 2012

nails #39


Cliché; "Sensual"

de nora roberts a richelle mead.


Esta semana chegaram cá a casa estes meninos. E ainda bem que chegaram, porque ando numa de ler livros de determinadas autoras e o meu stock dos livros delas já está nas lonas.
Terminei o meu stock de Gena Showalter e como tal virei-me para a Kresley Cole. Elas são grandes amigas e algumas das personagens da saga da Kresley aparecem na saga dos Senhores Do Submundo *cofcofNixcofcof* e por isso fiquei curiosa, mesmo que o primeiro livro que tenha lido dela, Desejo Insaciável, não me tenha despertado grande interesse.
Como consequência do novo vicio pelos livros da Kresley Cole veio o Playing Easy to Get, que junta três histórias, uma delas escrita pela SK.
O Lord of the Vampires é o primeiro livro de uma antologia escrita pela Gena Showalter e mais quatro autoras, uma delas Nalini Singh, autora do Sangue de Anjo. Estou curiosa por ler os livros, especialmente depois de ler uma entrevista que as autoras deram referente aos livros.
O Despertada e o A Cruz de Morrigan chegaram hoje e tenho a dizer que é uma estreia. Nunca li um livro da Nora Roberts e apenas quero ler este porque adoroooo a cultura celta.
E depois temos o guia literário da Academia de Vampiros. Confesso que ao folhear o livro fiquei um pouco desiludida, porque é apenas texto e metade do livro é composto por excertos dos livros da saga, mas eu nunca digo não a uma visita ao Dimitri.
Para a semana devem de chegar os meus livros da J.R. Ward e os restantes da Kresley Cole, o que faz com que, oficialmente, eu esteja nas lonas. Sim, porque o dinheiro que tinha juntado do natal e das minhas encomendas foram directamente para os livros e não me arrependo nada disso.
Enfim, há que alimentar o vicio.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

book #109 - ascensão à meia noite

Muito obrigado senhora Adrian, finalmente algum romance, alguma "segurança". Quando li o livro da Gena Showalter e também o da J.R. Ward esperava uma coisa e acabou por sair outra completamente diferente, por isso, ao ler este livro estava meia a medo, mas a senhora Adrian não desiludiu.
Comparado com os outros livros este não tem nada de diferente. A história segue a mesma linha, mas desta vez é-nos apresentado um novo vilão.
E é neste momento que eu bato palmas á senhora Adrian, ela conseguiu manter o suspence até não puder mais. Só mesmo no fim do livro é que nos é revelado quem realmente é o vilão e uma pessoa fica completamente boquiaberta, porque ele é citado pelo livro inteiro mas de maneira tão subtil que uma pessoa nem suspeita dele.
Um defeito, supostamente o Rio foi traído há um ano atrás e deixou-se apaixonar facilmente. Não tenho nada contra isso, mas esperava um pouco mais de resistência.
De resto ... eu só sei que quero o livro do Niko e rapidamente, porque estou mesmo curiosa.

Sinopse;
Impelido pela dor e pela raiva por causa de uma enorme traição, o guerreiro Rio dedicou a sua vida à guerra contra os Renegados. Não deixará nada interpor-se no seu caminho – muito menos uma mortal com poderes para expor toda a raça vampírica. Mas agora um mal antigo foi despertado e aproximam-se tempos sombrios...
Para a jornalista Dylan Alexander, o que começou como a descoberta de um túmulo secular oculto acabou por se converter numa espiral de violência e segredos. Porém, nada é mais perigoso que o homem marcado e letalmente sedutor que surge das sombras para a puxar para o seu mundo de desejos sombrios e noite eterna. Ali ela não consegue resistir ao toque de Rio, mesmo enquanto revela uma ligação surpreendente ao seu próprio passado. Dylan tem então de escolher: deixar o reino nocturno de Rio, ou arriscar tudo pelo homem que lhe mostrou a verdadeira paixão e os prazeres infinitos do coração.

teaser tuesdays #11


Teaser Tuesdays é uma rubrica semanal organizada pela MizB do blog Should Be Reading.

Toda a gente pode participar! Estas são as regras:
- Pegar no livro que estamos a ler;
- Abrir numa página aleatória;
- Partilhar um excerto dessa página. CUIDADO PARA NÃO INCLUIR SPOILERS!;
- Partilhar o título e o autor do livro, para que os outros participantes o possam adicionar às suas listas TBR (To Be Read), se gostarem do teaser!

---
Teaser desta semana;
"Gods, she didn't need to be reminded of that grin, the one he'd sported while still gently thrusting atop her, after he'd just made her have an orgasm for the first time in ten centuries."



"No Rest for the Wicked", Kresley Cole
(pag. 145)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

my new favourite magazine

A minha nova revista preferida.
Okay, isto não é bem uma revista, é um livro, mas em formato revista. É uma espécie de guia literário para os livros da senhora Gena Showalter.
Tenho a dizer que achei a ideia completamente fantástica, há que inovar.

nails #38


H&M; "Notoriously Beautiful"

sábado, 4 de fevereiro de 2012

ya, really!

Hoje de tarde fui ao treino. Agora em vez de duas vezes por semana os treinos passaram a ser três vezes.
O que se passou de mais hoje foi que, como estamos numas novas instalações, têm aparecido novos atletas todos os dias. Hoje tivemos duas novas raparigas e o mestre mandou-me supervisionar uma das raparigas.
Fiquei mesmo orgulhosa, porque só ando no kickboxing desde Setembro e já estou a ser uma estilo de "professora".
I'm proud of myself.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

book #108 - na sombra do amor

Sinceramente, nem sei se este livro me agradou ou se desiludiu, o que sei é que não o consegui largar.
Ponto assente; adoro o Qhuinn e estou mesmo ansiosa por saber o que raio vai acontecer entre ele e o Blay. E aí é que está o meu desagrado com o livro.
O livro é enorme, mais de 600 páginas, e era suposto ser o livro do Phury, a história dele e da Cormia, mas a autora arriscasse em acrescentar imensas histórias no meio. Não digo que isso seja mau, porque não é, mas nota-se que não houve qualquer atenção em relação à historia do casal principal. Se retirarmos as outras histórias, restam umas meras páginas em relação ao Phury e a Cormia.
Isso é mau, porque acaba-se por achar que as outras histórias são muito mais interessantes e ficamos mais curiosos em relação a outras personagens.
E foi isso que aconteceu comigo. Acabei por ficar muito mais curiosa em relação á história do Qhuinn e do Blay do que em relação ao Phury e a Cormia, o que nunca antes tinha acontecido num livro desta autora.
E depois temos o tipico erotismo dos livros da senhora Ward. Esqueçam, apenas se vê um vislumbre do que ela nos habituou. Este livro está mais focado na história, no desenvolvimento da luta entre a Irmandade e os Minguantes.
É esperar mais meio ano para saber o que se desenrola no próximo livro (sim, porque demora quase meio ano para cada livro sair).

Sinopse;
Em Caldwell, Nova Iorque, a guerra entre vampiros e os seus assassinos torna-se mais sangrenta e perigosa. A única esperança é um grupo secreto de irmãos - vampiros guerreiros, acérrimos defensores da sua raça. E Phury é o mais fiel à Irmandade da Adaga Negra. Casto e leal, Phury sacrifica-se pela raça, assumindo a responsabilidade de dar origem a toda uma nova geração de vampiros guerreiros que continuará a proteger a raça e a manter vivos os costumes. No entanto, Phury terá de enfrentar a voz interior que o atormenta e combater o vício que o afasta da batalha cada vez mais sangrenta entre vampiros e os seus inimigos. Mas a sua única salvação é um amor proibido que pode condenar toda a raça. O desejo que Cormia sente por Phury vai muito para além da obrigação e do futuro da raça. Dividida entre a responsabilidade e o amor pelo macho que tem de partilhar com as fêmeas escolhidas, Cormia esforça-se por se conhecer a si própria e salvar o seu amado.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

mrs. ward ... you're killing me!

Primeiro que tudo, eu sei que tenho andado ausente do blog, mas ultimamente os livros lançados no final do mês têm sido tão viciantes que não consigo larga-los.
Hoje tinha mesmo pouca vontade para ir ao treino de kickboxing porque pouco antes de ir peguei no livro da J.R. Ward e comecei a ler uma parte do Qhuinn. Sim, porque adoro o Qhuinn e o Blay e a minha vontade era ler mais um pouco, só para descobrir o que iria desenrolar.
Senhora Ward, está a matar-me ... há dois dias que mal saiu da cama só para terminar de ler o livro.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

book #107 - the darkest surrender

Estava bastante ansiosa com este livro. Adoro o Strider e esperava que dos livros que li da saga este se tornasse um dos meus preferidos.
Tal não aconteceu. Continuo a adorar a Kaia e o Strider e eles continuam a ser um dos meus casais preferidos, mas o livro deles ficou muito aquém das expectativas.
E acho que foi isso que fez com que o livro se tornasse pouco interessante ... altas expectativas.
Gostei bastante da combinação Gwen/Sabin, eles eram divertidos, mas a combinação Kaia/Strider é muito mais divertida. Quer dizer, quem é que não gosta do Strider? Ele é um dos guerreiros mais sexy's, é engraçado e não têm medo de derramar sangue. E aqueles "ego checks"? Demasiado divertido. E a Kaia não lhe fica atrás. Sempre a responder-lhe, sempre a desafia-lo.
A história não é desinteressante, mas falta ali algo e sinceramente não sei dizer o quê.
E depois, no meio disto tudo temos a história do Kane e do Paris. O livro do Paris sai em Fevereiro e a história dele têm vindo a ser desenvolvida, mas a do Kane foi uma novidade. Quanto a isso tenho a dizer que fiquei curiosa. Quer dizer, o Kane supostamente vai desencadear o apocalipse e vai para a cama com um dos cavaleiros do apocalipse (ou cavaleira, porque são três homens e uma mulher), que é, tecnicamente, filha do William.
Senhora Showalter sempre a surpreender. Venha o livro do Paris.

Sinopse;
The Lords of the Underworld return in this enthralling tale of an immortal warrior determined to win and the beautiful seductress he can’t resist. Possessed by the demon of Defeat, Strider cannot lose a challenge without suffering unimaginable pain. For him, nothing stands in the way of victory. Until Kaia, an enchanting Harpy, tempts him to the razor’s edge of surrender. Known among her people as The Disappointment, Kaia must bring home the gold in the Harpy Games or die. Strider is a distraction she can’t afford because he as an agenda of his own – steal first prize, an ancient godly artifact, before the winner can be named. But as the competition heats up, only one prize will matter – the love neither had thought possible…