segunda-feira, 15 de outubro de 2012

chegou um novo tipo de ridículo ...

Antes de começar a dizer o que venho aqui dizer, quero deixar duas coisas bastante claras;
1- Não tenho nada contra as manifestações que têm acontecido por aí fora ... todos têm o direito à sua opinião.
2- É raro ver os telejornais.
Dito isto, vamos lá começar a divagar sobre a estupidez que vi há poucos minutos na televisão.
Estava eu a jantar e eis que o meu pai liga a televisão para ver o telejornal, no momento exacto em que eles passam o directo para as escadarias da Assembleia da República. Até aqui, nada demais ... tem sido o pão nosso de cada dia.
Mas eis senão que no meio dos manifestantes vejo uma antiga colega de faculdade, a gritar toda cheia de razão para o cordão policial.
O que se deve de saber sobre essa minha antiga colega é que ir as aulas, nem ver ... se aparecia a metade de um semestre, já era muito.
Oras, perante o reconhecimento da pessoa em causa, eu ri-me. Sim, ri-me a bom rir, porque quando pensava que já nada me surpreendia neste povo português, eis que surge esta rapariga e me faz acreditar novamente na estupidez de algumas pessoas.
Ela ali no meio, a protestar, a exigir um emprego, quando nem a metade das aulas ia.
Pergunto eu, onde estava esse entusiasmo quando ela estava a estudar, a preparar-se para o futuro? Não estava ... pois é.
Mas não é só isso ... este povo diz que vai para uma manifestação para lutar pelos seus direitos, mas mais de metade deles vai para lá perdidos de bêbados, só para causar confusões, enquanto que aqueles que têm dois dedos de testa estão em casa a tentar decidir o que fazer no futuro.
Sim, porque acho que ficou há muito que provado que isto não vai lá com manifestações, porque se realmente essas ditas manifestações adiantassem de alguma coisa, o seu efeito já teria surgido.
Se as pessoas investissem o seu tempo em procurar emprego ou maneiras de ajudar o pais a entrar nos eixos, acredito que isso sim era um bom investimento.
Mas lá está, as pessoas estão no seu direito de mostrar o desagrado que sentem, bem como manifestar-se, mas agora não me venham com falsidades. Uma pessoa que nem as aulas se dignava a ir, porque preferia ir fumar um charro ali na esquina, vai para a frente da A.R. exigir a um governo que lhe arranje um emprego ... tenham dó, mas isso é ridiculo ...
Já para não falar no facto de ter gasto dinheiro em ir a Lisboa para uma manifestação. Quem precisa de um emprego é porque precisa de dinheiro (há excessões, mas prontos, estou numa de generalizar) e se tem dinheiro para ir a Lisboa berrar para um edificio vazio é porque não precisa assim tanto de um emprego.
E esta deve de ser a única vez que venho para aqui falar de políticas ...

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